08 de julho de 2026
Polícia

Pedreiro é assassinado a tiros

Diego Molina
| Tempo de leitura: 2 min

Um rapaz de 30 anos foi baleado anteontem à noite, no Jardim Eldorado 2, não resistiu aos ferimentos e morreu no Pronto-Socorro Municipal Central (PSM), enquanto recebia atendimento.

Pelas estatísticas da Polícia Civil, 37 pessoas foram assassinadas em Bauru neste ano, porém neste total não estão computadas aquelas que morrem depois do registro da ocorrência.

De acordo com o boletim de ocorrência (BO) registrado no Plantão Policial, testemunhas informaram que o pedreiro Osnildo Aparecido dos Santos estava conversando com algumas pessoas, na quadra 2 da rua Egídio Marafioti, quando um desconhecido se aproximou, sacou uma arma de fogo e disparou diversas vezes contra ele.

As testemunhas não conseguiram precisar se o atirador utilizou um revólver ou pistola, e relataram que ele fugiu logo em seguida.

A Polícia Militar (PM) foi chamada e socorreu a vítima, encaminhando-o para o PSM. Santos não resistiu aos ferimentos e morreu. As testemunhas relataram aos policiais que não conheciam o autor dos disparos.

A delegada-adjunta da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Cíntia Maria Quaggio, afirma que ainda não há informações sobre o atirador. A DIG é responsável pela investigação de casos de autoria desconhecida.

Final de semana

O final de semana também foi palco de outras ocorrências de violência na cidade. Jorge Luiz Fernandes, 23 anos, que foi encontrado na madrugada de domingo no Jardim Ferraz com diversos ferimentos pelo corpo, continua internado na UTI do Hospital de Base, em estado grave.

Outro rapaz atendido pela PM na madrugada de domingo, Anderson Luiz de Morais Sebastião, 23 anos, também continua internado, em estado regular. Ele levou facadas nas costas e no braço e Márcio Nascimento Alves, 23 anos, acusado da agressão foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio.

Estatísticas

Estatísticas da Delegacia Seccional de Bauru apontam que 37 pessoas foram assassinadas na cidade neste ano. No entanto, são registrados como homicídio apenas os casos em que as vítimas morrem no local ou pouco tempo depois. Quando elas permanecem internadas por alguns dias e vêm a morrer no hospital, não são computadas nas estatísticas de homicídios e sim de lesão corporal.

Foi o caso da massagista Marta Karen Graneri, 21 anos, que morreu 23 dias após ter sido baleada em sua casa, no Jardim Santana, no mês de outubro.