08 de julho de 2026
Bairros

O presidente e irritação...


| Tempo de leitura: 3 min

Assim que o senhor presidente e senhora, na respectiva comitiva formada com 60 assessores (ministros), rumaram com destino aos países Árabes, supõem-se que Lula baterá o recorde das viagens ao Exterior. ”Em vamos cuidar do Brasil”, (no que diz respeito) à “Conferência Nacional do Meio Ambiente - Conferência Infanto Juvenil”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (recentemente), e segundo a mídia, (retrocedendo ao passado teria perdido as estribeiras), a ponto de abandonar as leituras do discurso que fazia, partindo para a improvisação com respostas diretas “aos manifestantes”.

Tal procedimento (que tanto teria irritado o presidente) deveu-se a uma manifestação do “protesto organizado no dia recém-passado, em 28/11, por ambientalistas, durante a Abertura do Congresso Nacional de Meio Ambiente, na Universidade de Brasília (UnB)”. O presidente continuou na declaração de seus brios (com ambos os braços e mãos abertas acima da cabeça). Mais uma vez, propagando a exploração das suas qualidades, que reconhece como absolutamente políticas, retorna novamente aos seus ativos conhecimentos políticos e acelerando seus raciocínios como nunca e afirma: “Eu nasci na política, na adversidade”, de onde pode-se concluir, que o presidente já se mostra muito menos oriundo de formação humilde do que até há pouco deixava mostrar suas capacidades de vida difícil, relativamente para chegar onde chegou como presidente deste país.

Tendo em vista a expressiva manifestação da Agência (AE) quanto aos “afagos”, - (isto é, onde ocorre um tratamento bondoso de alguém) - facilita a preocupação pública de que o assunto anteriormente vivido e corrigido após o assunto demonstra espaço curto para a ex-governadora do Rio, “Maria Silva”. Lula, havendo se manifestado sobre o assunto na seqüência, não perdeu a oportunidade de criticar o PSDB, expressando suas respostas aos manifestantes... “Os protestos dos ambientalistas ocorreram na UnB para uma platéia com cerca de 1.800 pessoas...”

O presidente não perdeu o precioso tempo, recomeçando pela reunião e envolvendo-se em Damasco, na Síria, participando da união entre “sírios-brasileiros” em um “seminário com cerca de 150 empresários”. Conforme a reunião antes programada, Lula Lula discursou perante o “presidente sírio, Bashar al Assad”, que tivera assistido o discurso do representante argentino, Eduardo Duhalde, por 16 minutos. Em Damasco, “o presidente Luiz Inácio Lula da Silva...”, bem como o presidente Bashar al Assad, divulgaram (...), comunicado conjunto, no qual, pedem o fim da ocupação do Iraque”.

Demonstrando companheirismo entre vizinhos e representantes de seus respectivos países, Lula propôs a Duhalde “um brinde”, apesar das restrições da região. Como se vê, entre cavalheiros pouco importa a seleção da presença ou do atendimento do produto a negociar.

Na certeza de que não vão ser os árabes que nos ensinarão a negociar (isso já aprendemos), serão eles, isto sim, que aprenderão melhor adquirir nossos excelentes produtos. Assim, esperamos que não somente se faça tudo sob a presença de grandes grupos caríssimos de representantes ao Exterior, mas também atraindo-os para que nos conheçam em nossos redutos (custa custa muito menos ao país), evita-se pesadas despesas particulares e menos passeios.

O autor, José Almodova, é professor/mestre em Projeto Arte e Sociedade pela Unesp/Bauru. É jornalista e colaborador do JC. E-mail: almodova@ig.com.br.