09 de julho de 2026
Articulistas

"Ao ensejo do Prêmio Notre Dame 2003"!


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Tenho para mim a quase certeza de que a população brasileira encontra-se ao redor de 175 milhões de almas e que cerca de 30 milhões de brasileiros ainda residem ao Deus dará. Isto é, não somente os que passam fome não encontram trabalho (segundo palavras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva). Suponho que o restante, tanto como cerca de 145 milhões, vive num País no qual (politicamente ou não) tenha alcançado excelente votação no primeiro turno em prol da presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, sucedendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em duplo período presidencial (de 8 anos) entre 1995 e 2002.

Tendo em vista que a perspectiva premiação pertencia, e foi concedida, a ambos os presidentes, o ex-presidente Fernando Henrique e o atual presidente Lula, ocorreu em Brasília “o Prêmio Notre Dame 2003, pela atuação de ambos no período de transição de governo”. Na presente oportunidade, no saguão da University of Notre Dame, cuja foto dos premiados à recepção mostrando-se alegremente em amplo sorriso!... Muito embora na abertura do JC, na mesma data (6/01/2004), com foto de ambos estampada, onde o encontro visual se mostra inversamente, no que diz quanto a feição de ambos, embora se mostrem em um encontro afetuoso na recepção do prêmio alcançado.

Não entendo porque um assunto tão importante e festivo por merecimento dos presidentes, pela forma da transição econômica sob a filosofia do presidente que sai para o que chega, quanto a oportunidade cedida para conhecimento imediato das aberturas de todas as contabilidades do País e demais assuntos pertinentes, que demonstra confiança.

É bem verdade que, segundo entendemos, que de maneira alguma se pode comparar as qualidades profissionais, culturais e econômicas de ambos cidadãos, que se conhecem de outrora na política, até porque ambos, quando jovens, vivenciaram e foram oriundos adeptos da política de equerda.

Tampouco pretendo compará-los quanto às suas qualidades perseverantes, tal como a própria luta vivida por Lula visando chegar à Presidência do Brasil na quarta oportunidade de eleição, sob sua afirmativa pessoal de que seria a última “teimosia”, que afinal deu certo. Nada tenho contra, mas o pró do presidente, quero que bem administre o País. - Fico por aqui.

O autor, José Almodova, é professor universitário e mestre em Projeto Arte e Sociedade/Unesp. É colaborador do JC. E-mail: almodova@ig.com.br.