10 de julho de 2026
Política

Para presidente da empresa, servidor precisa do dinheiro para necessidades

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 1 min

O presidente da Emdurb, engenheiro Valdomiro Fantini, defende a aprovação do projeto de lei que permitirá a renegociação da dívida do FGTS com a CEF porque entende que os servidores da empresa serão os grandes beneficiados.

Segundo ele, a falta de depósito nas contas do FGTS “infelizmente” privaram os funcionários de sacar o dinheiro nas previsões legais, como aquisição de imóvel e tratamento de doenças infectocontagiosas.

“São 700 servidores que se encontram nessa situação”, informa. O engenheiro explica que a prefeitura é a única figura jurídica capaz de ser a garantidora da renegociação. “Afinal, o capital social que formou a Emdurb partiu da prefeitura”, reforça.

Os funcionários da empresa estão se organizando para pressionar os vereadores a aprovar o projeto de lei. Um abaixo-assinado será encaminhado a cada um dos 21 parlamentares expondo a situação de dificuldade para sacar o dinheiro do benefício.

Já o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Bauru (Sinserm), através do advogado Sandro Fernandes, não é contra o projeto de lei, mas respeitará a decisão do plenário da Câmara. “Independente do que o Legislativo vai decidir, exigimos que a Emdurb deposite o saldo do FGTS na conta da Caixa. É uma obrigação patronal. Atualmente, isso só ocorre quando um funcionário é demitido”, denuncia Fernandes.