Todo bom construtor, antes de utilizar qualquer material em sua obra, atenta para o controle de qualidade do material, assinado e inspecionado pelo engenheiro responsável, pois qualquer surpresa na construção, como trincas e desgastes, é de total responsabilidade do engenheiro. Pasmem!!! Pois quando isso acontece em uma obra pública, é pior que imposto sobre iluminação ou taxa de sinistro, pois a já tão sofrida população acaba por arcar com o custo de um asfalto que foi colocado recentemente e teria a duração de 10 anos, e já começa a descascar e apresentar ondulações e os costumeiros buracos. O que se entende é que o controle de qualidade e os laudos técnicos de resistência e durabilidade do produto não foram observados pelo engenheiro responsável (no caso, o secretário), se é que ele esteve algum dia na obra inspecionando o serviço executado e o material adquirido.
Não podemos mais aceitar esse tipo de prejuízo. Os responsáveis têm que ser punidos e a empresa que executou o serviço que se manifeste sobre o ocorrido, ou o engenherio “responsável” pela “grande obra” seja responsabilizado. Aliás, como vai o nosso Aterro Sanitário? Sempre há uma desculpa pelas falhas e a Cetesp impõe multas, e quem vai pagar? Lá também existe o “engenheiro responsável”?
João Elder Feres Ruiz - RG 13343004-2 SSP-SP