08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

A guerra no Iraque


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O Jornal da Cidade trouxe hoje, dia 18/3/2004, na página Internacional, “Explosão em Bagdá mata 27 e fere 41”, por isso tomo a liberdade de solicitar a publicação dos meus versos escritos em 7/4/2003.

“Por toda Bagdá, esta guerra vai mostrar. Em seu céu, horríveis clarões vermelhos. Nesse cerco pessoas inocentes irá matar. O W. Bush sonha ver o Saddam de joelhos. Como se fazer um silêncio em prol da paz. Se a ONU com suas relações internacionais. Na berlinda passou a liberdade para trás. Após a queda do muro de Berlim, foi demais.

Os atentados terroristas, do estonteante 11 de setembro, feriram o orgulho americano. Que essa tragédia seria marco constante. Instituindo esse estado de guerra insano. Seria o combustível um pretexto na visão. Dos estrategistas, órfãos da guerra fria. Que vinculado ao petróleo daquela região. W. Bush anunciou com quem ele guerrearia. Após 11 de setembro na mudança ideológica. Vendeu a sua idéia ao seu consumo interno. A maioria tende a pensar com uma garantia. Que a guerra manda terrorista pro inferno. Aonde levará tamanha regressão conceitual. Por sua natureza do sistema internacional.

Aos Estados Unidos guerra é tão essencial. Sem valores construídos num diálogo final. Como ficará no futuro o país rico e imenso. Se perderá mesmo com a vitória acontecendo. Democracia se consegue havendo um consenso. Pro mundo livre, novo problema se tornando”.

Francisco Luzia Fernandes - RG 1.745.232