07 de julho de 2026
Entrelinhas

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Elite do Brasil

Matéria divulgada ontem pelo JC mostra Bauru no elitizado clube de 1% dos municípios brasileiros que concentram as famílias mais ricas do País (quem ganha a partir de R$ 10.982,00l). Bauru está em 52º lugar no ranking que envolve as mais de 5 mil cidades brasileiras. O estudo não trata de municípios mais ricos, mas sim daqueles que têm o maior número de gente abastada.

Tempo a favor

A prefeitura de Bauru ainda não foi notificada da decisão da desembargadora Consuelo Yoshida, do 3º Tribunal Regional Federal, em São Paulo, que manda o governo local pagar R$ 5 milhões da dívida federalizada, referentes a parcelas não quitadas desde agosto de 2003. O prazo é de 5 dias, a partir da notificação.

Dias de paz

O feriado da Semana Santa dá uma trégua aos contendores da disputa política que se trava em Bauru nos últimos dias. De um lado, o prefeito Nilson Costa (PTB) poderá refletir sobre as medidas que ainda deverá tomar assim que a sindicância que apura as atividades de servidores na Secretaria do Planejamento (Seplan) e outras forem avançando.

Fala na tribuna

Por outro lado, o vereador João Parreira de Miranda (PSDB), lançado ao centro das denúncias pelo chefe de Gabinete da prefeitura, Antonio Marsola, deve estar se municiando para ir ao ataque na sessão da Câmara desta segunda-feira. Se ele tiver o estoque de gravações que se afirma, deverá lançar mão de mais algumas.

Defesa contra CP

Mas Parreira deverá também se preparar para se defender junto aos colegas contra a instalação de uma Comissão Processante (CP) para ele, em razão das denúncias de que se favoreceu do trabalho particular de uma funcionária da Seplan em seus negócios imobiliários. Parreira nega que tenha havido qualquer ato irregular e desafia o governo de Nilson a provar.

Duelo ao vivo

No Vanguardão, da rádio Auri Verde, anteontem, Parreira quase travou um duelo com Marsola ao vivo. O chefe de Gabinete falou sobre o caso da Seplan e, em seguida, o vereador também entrou no ar para desafiar o coronel a instalar sindicâncias na Secretaria Municipal da Educação e em outros setores da prefeitura, insinuando haver irregularidades. Essa briga ainda vai longe.

Assenag reage

O vice-presidente da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos (Assenag) de Bauru, Veríssimo Barbeiro Filho, rebateu ontem declaração da diretora do Sindicato dos Servidores (Sinserm), Idelma Alcântara, segundo a qual a iniciativa da entidade de pedir reajuste salarial para a categoria, na prefeitura, divide os servidores municipais.

Prefeito não usa

Barbeiro refuta inicialmente a colocação de Idelma de que o prefeito Nilson Costa usa as reivindicações da Assenag, assim como as dos procuradores, para provocar a divisão do funcionalismo. “A Assenag não se presta a ser usada por prefeito nenhum. Apenas está defendendo os interesses de seus associados”, afirmou, para concluir: “Se ela acha importante o apoio de entidades co-irmãs, que ela nos peça. Não dá para adivinhar suas necessidades”.