25 de maio de 2026
JC Criança

Repórteres-mirins desvendam a alegria e a magia do circo

Repórteres-mirins Amanda Padovan, Caio Henrique Ribeiro, Flávio Futino Gond
| Tempo de leitura: 5 min

Quando o circo chega na cidade, as crianças ficam muito felizes e ansiosas. E a alegria só aumenta quando a molecada chega no circo enorme e colorido e o espetáculo está para começar.

Quando o espetáculo começa, as crianças ficam agitadas para ver as maravilhas que serão apresentadas.

Elas prestam atenção em tudo, desde as palhaçadas do palhaço até os contorcionismos da contorcionista Elisabeta.

Os dois tigres brancos obedeciam tudo que o domador mandava, sem ter que machucar os animais.

Em outra apresentação, os gatos também obedeciam os adestradores. Ele se contorciam, voavam de altas alturas, pulavam em arcos com fogo, entre outras coisas.

Muitas atrações estão acontecendo esta semana no circo Mundo Mágico de Beto Carrero, instalado no Recinto “Mello de Moraes”. Hoje as sessões são às 15h, 18h e 21h.

A nossa equipe de repórteres-mirins foi conferir o espetáculo, numa sessão que recebeu muitas escolas e entidades assistenciais como convidadas.

Dentre muitas atrações, uma que mais nos chamou a atenção foi a do casal de tigres brancos, uma das mais interessantes.

O momento que a platéia mais gostou foi quando o adestrador Jhosef Meurer subiu em um dos tigres e andou com ele sobre uma barra de ferro.

O domador dessas feras tem 28 anos e já é domador há 10 anos. Ele conta um pouco sobre o circo. Jhosep Meurer diz que existem 120 pessoas de diversas origens e também diz: “Viramos uma família”.

Hoje, no circo, há famílias inteiras trabalhando e até crianças, filhos dos artistas e funcionários.

Jhosef fala que os animais obedecem a comandos em inglês.

E conta também que, se um animal não obedece, não é batendo, nem espancando, que se educa um animal e sim conversando, porque eles entendem, ou na alimentação. Por exemplo: o que fez certo come antes e o outro, que errou, come depois.

O Jhosef fala que já proibiram os animais de trabalhar em circo. Ele diz que não devem proibir a aparição nos espetáculos e sim fiscalizar se os animais forem maltratados, aí sim deviam proibir aquele animal de ser apresentado. E por final declara: “Se acabarem os animais, acabou o circo”.

Outro número usando animais foi o de uma “elefanta” que dançou, deitou, sentou, ficou sobre uma pata, tocou gaita e fez muitas outras coisas superinteressantes!

Vale a pena conferir o circo!

Toda a platéia dançou, cantou e se divertiu muito com os seis palhaços.

A dança gaúcha também foi um superespetáculo.

Toda a platéia adorou os números que eles realizaram, como o que eles pulavam, passando por dentro de um “bambolê” em chamas.

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Números especiais

Globo da morte

Um número muito perigoso e que levantou o público foi o Globo da Morte. Eram três participantes, três motoqueiros muito loucos que fizeram manobras radicais. Eles se chamam Júnior, Roberto Torres e Manoel e ficaram girando e girando sem parar. Foi entrando um de cada vez.

Todos aplaudiram muito, porque este é um número muito perigoso e que precisa de muita concentração. Era uma sensação gostosa e ao mesmo tempo perigosíssima. Eles podiam trombar um com o outro e se machucar.

Torre de cilindros

Dois irmãos muito loucos iam colocando cilindros em cima de cilindros. Cada vez mais a torre ia balançando. Lá no alto, eles fizeram também malabarismo com fogo. É um número muito difícil que precisa de muito equilíbrio, mas que foi muito legal. Só indo para conferir. Quem conseguir conferir, será um privilegiado, pois os artistas são mesmo de arrasar!

Palhaçada

O mágico palhaço animou a todos com suas brincadeiras que contaram com a ação do público. A apresentação de um palhaço que iria tocar o piano foi muito legal. O piano andava e o nome do palhaço é Maestro Matraca. Depois passou uma banda pelo auditório. Também teve a apresentação dos palhaços Piri e Pirinha. Um deles iria tocar um instrumento que não pegava e apareceu um monte de ratos.

Contorcionismo

Uma contorcionista chamada Elisabeta subiu em um piano e fez muitas acrobacias. Ela suspendeu seu corpo sobre um tipo de aparelho apenas com a força de seus dentes. Outra contorcionista subiu em um tecido suspenso no teto do circo e fez várias acrobacias nele. O momento que o público mais se espantou foi quando ela se “jogou” se segurando no tecido.

Leopardos

Acrobatas vestidos de leopardos deram um verdadeiro show de acrobacias, fizeram uma “pirâmide humana” e subiram um em cima do outro fazendo formas diferenciadas. E também pularam dentro de um bambolê com fogo.

Elefante

Um elefante fêmea dançou em cima de um enorme banco, ficou com uma pata em cima de um banco giratório e rodou em volta dele, se deitou sobre um certo aparelho com apenas dois suportes, ficou com apenas duas patas alternadas em pé, tocou gaita e dançou funk.

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Curiosidades

• O casal de tigres brancos veio da Sibéria.

• O circo em Bauru tem 120 artistas de vários países: argentinos, mexicanos, americanos, alemães, etc.

• Eles têm cerca de 20 animais aqui no circo instalado em Bauru.

• Os animais do circo (elefantes, tigres, gatos, etc.) são todos ensinados em inglês.

• Eles acham que carinho e atenção são a melhor forma de se ensinar os animais.

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Oficina de diversão

No último dia 15, dentro das atividades da Oficina de Jornalismo do JC Criança, coordenada pelas jornalistas Roberta Mathias e Luly Zonta, na 4.ª Feira do Livro Infantil de Bauru, os repórteres-mirins foram convidados pelo Mundo Mágico de Beto Carrero a participarem do espetáculo circense.

Como exercício, as crianças produziram esta matéria com suas impressões sobre o espetáculo e seus bastidores.

O texto complementa o trabalho realizado durante os dias 13 a 17 abril, que culminou com uma edição especial do JC Criança, que circulou no último domingo. Bem como com a participação delas no programa Unespinha, da Rádio Unesp, transmitido ao vivo do Centro Cultural.