No começo da manifestação da leishmaniose e quando os agentes da saúde pública saíram para as ruas para as visitas aos cães para as devidas coletas do sangue, foi uma revolução danada dos seus donos . Com isso, ficaram sem assistência. E aí está o resultado: a doença cada vez mata mais seres humanos. E ainda vem estes rebelados do princípio achar por direito conceder entrevistas para reclamar da disseminação da doença. Ora! Esta é muito boa, não é?! Coloquem a cabeça no travesseiro e pensem um pouco. A Uipa é outra! Ela é uma organização independente, mas ocupa um prédio cedido com água e luz pelo município, isto para criar e cuidar de 500 cães e gatos. Criança, nenhuma. Ainda se porta de modo injusto, pois além de ocupar prédio dos munícipes, vêm sempre brava conceder entrevistas criticando a disseminação da leishmaniose. No tempo que ficam criticando, deveriam se ocupar de colaborar com o Centro de Zoonoses para combater a doença. Não é só fincar pés no prédio e dizer que são independentes, isto não é bem coerente. Podem continuar a me tratar de desalmada, pois continuo com o mesmo propósito de sempre, primeiro cuidar dos humanos, depois dos cães. O Centro de Zoonoses tem autonomia para isso. Nem eu nem a Uipa somos aptos para tal. Espero que devolvam com urgência o nosso prédio, pois há muitos cães precisando de recolhimento. Vocês vão fazer isto? Claro que não, não é? (Iris Linhares F. de Mello - RG 5.347.238)