09 de julho de 2026
Turismo

Esportes radicais e natureza

Eliane Barbosa
| Tempo de leitura: 2 min

Em algumas cachoeiras da região oeste do Rio de Janeiro, é possível até a prática do rapel, uma bênção para os amantes dos esportes radicais. Mas a zona oeste guarda outras surpresas, como o vulcão do Lamego, localizado no Maciço da Pedra Branca, em Jacarepaguá. “Esse vulcão existiu no Brasil há milhões de anos. A vegetação tomou conta do buraco, mas ele ainda está lá.” É por essas e outras que, para quem procura diversão e conhecimento, a zona oeste é parada obrigatória.

Museus, teatro e história

Outro roteiro para o visitante conhecer mais sobre o Rio é o que faz o “tour” pelo Centro da cidade.

Se é na região do Centro que o Rio de Janeiro deu os seus primeiros passos, nada mais lógico do que iniciar lá a caminhada para se conhecer a cidade.

Em meio a prédios imponentes, onde o novo e o velho se misturam, há o rastro histórico esculpido nas arquiteturas de prédios, casarios, museus e igrejas, que dão seu depoimento secular à riqueza cultural da cidade.

Parte da arquitetura original ainda resiste, especialmente nas cercanias da Praça 15, onde monumentos como o Paço Imperial, a Igreja de São Francisco, o Arco do Teles e o complexo do Banco do Brasil se mantêm como testemunhos vivos da história.

Paralela à praça, fica a avenida Rio Branco repleta de prédios antigos construídos próximo ao porto, da Candelária, a mais badalada de todas as igrejas da cidade, do Largo do Carioca, onde o aqueduto abastecia a antiga corte com sombra e água fresca e do tesouro barroco que é o Mosteiro de São Bento.

Um pouco mais abaixo, rumo a uma Cinelândia que ferveu nos tempos em que a cidade era a Capital do País, pontificam os monumentos do estilo neoclássico francês, como a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes e, principalmente o Teatro Municipal, todos eles palcos de interpretações e obras de assinaturas ilustres, de Monet a Bernstein, de Rodin a Rostropovitch.

E, como que abençoando a Baía da Guanabara, o Outeiro da Glória domina um morro que já serviu como fortificação dos franceses para deter a colonização dos portugueses, iniciada por Estácio de Sá, que deu seu nome a uma escola de samba e a um bairro boêmio do Rio.