08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Qual o presidente que o bauruense quer?


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A resposta para esta pergunta será dada pelo eleitorado bauruense em 3 de outubro (1.º turno) e é preciso que o povo vote com consciência política e com maior rigor porque o prefeito escolhido vai ficar lá (Palácio das Cerejeiras) durante 4 (quatro) anos, portanto, não é uma simples escolha ou um gesto de cidadania, bem mais que isso, desta democrática decisão popular sairá o governante, o gestor público que terá por incumbência gerir os interesses, os deveres e haveres de toda uma coletividade (a contagem regressiva já começou). E qual o perfil ideal desse prefeito? É difícil dizer, de qualquer forma, aos olhos do eleitorado, além da postura ética e socialmente responsável este terá que apresentar à sociedade um ótimo “programa de governo” com objetivo e metas realizáveis e não obstante, a dificuldade em compatibilizar esses objetivos com o equilíbrio fiscal-financeiro, que o futuro prefeito e sua equipe seja de fato capaz de corresponder às expectativas e anseios do eleitorado, mas principalmente que melhore a imagem e a atitude da “classe política” que nos representa, já que a população em geral enxerga os nossos políticos com sentimentos muito negativos como baixa estima e baixo respeito e especificamente no caso bauruense (poderes Executivo e Legislativo) sentimentos perfeitamente compreensíveis.

Então, bem mais que uma gestão responsável das finanças públicas a população em geral e a periférica em particular deseja tão somente a justa contrapartida da sua contribuição tributária e que suas necessidades como saúde, educação, moradia, transporte e infra-estrutura básica (água e esgoto, iluminação pública, asfalto de qualidade) sejam atendidas de forma mais respeitosa e humanitária (justiça social) ou seja, o que realmente o povo quer é que seus problemas práticos sejam resolvidos, mas não com soluções parciais ou medíocres mas de maneira permanente e se possível com menos retórica e lorotas.

E, em torno deste objetivo moral e político o eleitor bauruense deve formar e firmar sua consciência crítica e através de uma análise criteriosa (muito se vai ler e ouvir) dos candidatos, que cada eleitor possa votar conscientemente (e conscientemente significa formar juízo próprio) e a nossa esperança é que o prefeito escolhido, e os vereadores também, possam resgatar o nosso orgulho de sermos bauruenses e o importante papel da cidade de Bauru no Estado de São Paulo e no contexto nacional.

Aurélio da Silva Braga - RG 12.912.493