A polêmica sobre a Câmara de Compensação é um bode na sala. As empresas jogam com a possibilidade (ilegal, ao meu ver) de prorrogar a licitação para compensar um ganho que não tiveram. A lei que regulamenta a questão precisa ser mudada e, nas novas licitações, revogarem esse item. Finalmente, para compensar os milhões de reais que o povo de Bauru já dispendeu com suas viagens pelos ônibus coletivos, bem que as empresas, num gesto de solidariedade, poderiam doar o montante dos R$ 6 milhões do subsídio indireto para a comunidade investir em outros benefícios sociais, como, por exemplo, na saúde pública.
Pedro Romualdo - Membro suplente do Conselho de Usuários do Transporte Coletivo de Bauru pedroromualdo@bauru.net