07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Questão fechada

Está cada vez mais difícil ser aprovado o projeto de lei que autorizaria a administração municipal a contrair empréstimo de até R$ 65 milhões junto à Caixa Econômica Federal (CEF) para tratar o esgoto. Em reunião relizada ontem à tarde, o PFL fechou questão. Seus três vereadores - Catarina Carvalho, Lelo Rodrigues e Paulo Martins - vão votar contra a proposta.

• Posição da CEF

A superintendência da CEF em Bauru até agora não informou se a cidade reúne ou não condições de endividamento para contrair o empréstimo para pagar em 15 anos. O parecer terá de ser dado pela gerência de risco. Sem isso, não há como garantir que o dinheiro vá mesmo ser liberado. Além disso, o banco público tem a obrigação de esclarecer se a verba está garantida caso o projeto seja aprovado pela Câmara.

• Recomendação

Ontem, o escritório da CEF enviou ofício ao DAE no qual recomenda que a licitação seja feita em duas fases. Uma primeira contrataria apenas o projeto executivo, para definir as condições físicas - de engenharia da obra. Depois é que seria necessário realizar a concorrência para contratar a instalação da estação. Contudo, é apenas recomendação.

• Acordo selado

Após muitas especulações, o PTB e o PT confirmaram ontem que estão coligados para a eleição municipal. Estela Almagro - pré-candidata a prefeita pelo PT - e Milton Dota Júnior, presidente do PTB, definiram a aliança com as bençãos dos diretórios estaduais dos partidos. A composição renderá um dos maiores tempos de televisão durante o horário de propaganda eleitoral gratuita: 12 minutos.

• Decisão pefelista

O presidente do PFL, Dudu Ranieri, deve anunciar ainda hoje qual o destino do partido nas eleições municipais de outubro. Para o pefelista, há dois caminhos: candidatura própria - ele é o mais cotado - ou coligação com o PSB, que lançou o vereador Luiz Carlos Valle candidato a prefeito. Nos bastidores, comenta-se que o vice-prefeito deve enveredar o partido para apoiar Valle, indicando seu vice.

• Fim dos salários

Os vereadores do município paranaense de Uraí aprovaram anteontem o fim de seus subsídios, de R$ 880 por mês. A proposta, vencedora por cinco votos a três, segue para a sanção da prefeita Iraceles da Fonseca Borghi (PSDB). Em Bauru, os subsídios dos vereadores para a próxima legislatura começam a virar polêmica. Toninho Garmes (PSDB) sugere que os valores sejam reduzidos, incluindo os do prefeito, vice e secretários municipais.

• Só após a eleição

Mas o presidente da Comissão de Economia e Finanças, vereador Paulo Agustinho (PTB), é da opinião de que o projeto que estipulará os valores seja votado só após as eleições de outubro. Toninho Garmes não foi localizado para comentar essa sugestão de Agustinho, embora os recados tenham sido esparramados pelos locais que costumeiramente frequenta durante o dia, inclusive a sua casa.