07 de julho de 2026
Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 4 min

HOJE, CLÁSSICO DAS DESPEDIDAS

Palmeiras e São Paulo fazem o clássico das despedidas, na tarde deste domingo, no Pacaembu. Os artilheiros de ambas equipes podem fazer a última partida por seus clubes. A saída de Vágner Love é dada como certa pelo Verdão. O contrato foi assinado na sexta-feira, em Genebra, na Suíça, onde estão os agentes do jogador. Vágner, inclusive, não estaria disposto a atuar hoje, mas o presidente Mustafá Contursi faz questão da presença do artilheiro. Pelo lado do Tricolor, ainda não está nada certo, mas o assédio de clubes europeus por Luís Fabiano é cada vez maior. Além disso, começaram a surgir críticas com relação às atuações do atleta na desclassificação do São Paulo na Libertadores, o que não agradou Fabuloso. Depois do clássico Vágner Love e Luís Fabiano tornam-se companheiros na Seleção Brasileira que disputará a Copa América, em julho, no Peru. A alternativa dos técnicos, então, é mudar o meio-campo das equipes. O Palmeiras ganha em criatividade com a volta do meia Pedrinho, que não joga desde o dia 5 de maio, no empate contra o Goiás, em 1 a 1, no Palestra. Já no São Paulo as alternativas não são muitas, principalmente após a saída de Marquinhos e Gustavo Nery, liberados para a Alemanha após a eliminação na Libertadores. A opção do técnico Cuca, então, foi adaptar o volante Fábio Simplício como um armador pela direita, e manter Danilo na armação pela esquerda.

PERIGO NO SUL

Juventude e Corinthians fazem um jogo perigoso - principalmdente o Timão - porque não fazem boas campanhas no Brasileiro, e quem levar a pior esta tarde, em Caxias do Sul, ficará em situação delicada. O time gaúcho tem 12 pontos e está 14ª colocação, enquanto o Alvinegro está bem pior, na zona de rebaixamento, com 10 pontos. O Juventude busca reabilitar-se da derrota para o São Caetano por 1 a 0. Naquela partida, o técnico Ivo Wortmann armou uma retranca. Para jogar hoje em casa, o treinador deve montar uma formação mais ofensiva. Já o Corinthians ainda não venceu sob o comando do técnico Tite. Foram três empates por 1 a 1, contra São Paulo, Goiás e Flamengo. Outro motivo para se preocupar é a última partida contra o Juventude. O Corinthians não tem boas recordações do duelo, já que foi goleado por 6 a 1, no mesmo Estádio Alfredo Jaconi. Esse é outro perigo que os corintianos correm.

CASA CHEIA

A venda de ingressos para a final da Copa do Brasil, entre Flamengo e Santo André, quarta-feira, no Maracanã, não durou nem dois dias. Os 73 mil bilhetes colocados à venda se esgotaram no fim da tarde de sexta-feira.

CASTIGO

Diego Tardelli corre o risco de ficar mais do que apenas o clássico deste domingo contra o Palmeiras fora do time são-paulino. O árbitro Wagner Tardelli Azevedo, que expulsou o atacante na derrota para o Paysandu, relatou na súmula as ofensas que Tardelli teria dito inclusive após ter sido expulso. O jogador foi indiciado no julgamento com base no artigo 235 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva) e a pena prevista para este artigo é de um a cinco jogos.

PSICO

Depois de mais uma reunião fracassada com dirigentes do Corinthians, Rincón disse que estão querendo fazer uma guerra psicológica com ele. O meia colombiano foi o capitão de um dos títulos mais importante do Corinthians, o Mundial de Clubes da Fifa, em 2000.

SÉTIMA VITÓRIA

A Seleção Brasileira masculina de vôlei manteve a invencibilidade na Liga Mundial, conquistando contra a Grécia, uma vitória mais tranquila do que se esperava - 3 sets a 0, em pouco mais de uma hora de jogo no Mineirinho. Apenas no segundo set, os gregos chegaram a ameaçar. Com a vitória de ontem pela manhã, a sétima, o Brasil soma 14 pontos no seu grupo e agora está com três de vantagem sobre a Grécia. Apenas o melhor time de cada chave se classifica para a fase final, que acontece na Itália.

MEMÓRIA

Copa do Mundo de 1962: Brasil 2 x 0 México, em Viña del Mar (Chile), gols de Zagallo e Pelé. Árbitro: Gottfried Dienst (Suíça). Público pagante: 18 mil. Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. Técnico: Aymoré Moreira. México: Carbajal; Del Muro e Villegas; Cárdenas, Sepúlveda e Nájera; Del Águila, Reyes, Hernández, Jasso e Diáz. Técnico: Ignacio Trelles.