Há dois anos, a cidade de Reginópolis (70 quilômetros a noroeste de Bauru) instalou no município seu aterro em valas para resolver o problema do lixo. A área escolhida e aprovada pela Cetesb tem 12 mil metros quadrados e uma vida útil prevista de 10 anos.
O aterro está instalado a 5 quilômetros do Centro da cidade e recebe 2 toneladas ao dia de lixo, fruto da coleta que ainda não é seletiva. O projeto da usina de compostagem e reciclagem ainda depende de verba para ser implantado, segundo o responsável pelo departamento de obras, Nadir Navarro Dias.
O aterro, instalado em 2002, recebeu avaliação adequada da Cetesb nos dois anos de existência. No primeiro ano, obteve nota 8,6 e, no ano passado, 9,4.
De acordo com Dias, o lixo é depositado no aterro e uma máquina vai para o local para compactá-lo. Não há catadores no local, porém, tanto os lixos orgânico quanto inorgânico estão sendo enterrados juntos.
Com a instalação do aterro em valas, o município deixou de enviar o lixo para a cidade de Uru, onde ele era separado e reciclado.