Sete candidatos
Caiu ontem para sete e deve permanecer assim o total de candidatos a prefeito de Bauru na eleição de outubro. 2004 mantém, desta forma, a média dos últimos pleitos municipais. Agamenon Nascimento deixou a campanha por motivo de saúde de sua mulher. Ele informa que vai apoiar o ex-deputado Tuga Angerami (PDT).
Os candidatos
Agora, no último dia para inscrição das chapas pelos partidos e coligações junto à Justiça Eleitoral, os candidatos a prefeito são, pela ordem alfabética: Antônio Marsola (PPS), Caio Coube (PSDB), Clodoaldo Gazzetta (PV), Estela Almagro (PT), Luiz Carlos Valle (PSB), Sandro Fernandes (PSTU) e Tuga Angerami (PDT).
É bom esperar
De qualquer forma, é melhor esperar até as 19h de hoje para se afirmar, com certeza, sobre o número final de candidatos a prefeito. Não é impossível ao menos uma nova desistência. Os cartórios eleitorais estarão abertos hoje até o começo da noite para reeber as listas dos partidos e coligações.
“Sinal positivo”
O presidente do PDT, Faria Neto, e o candidato a vice na chapa de Tuga, Renato Purini (PMDB), ambos vereadores, classificaram ontem o apoio de Agamenon Nascimento como sinal positivo para a campanha pedetista/peemedebista que se inicia na tentativa de chegar ao Palácio das Cerejeiras.
Mulher presente
Matéria na edição de hoje mostra a vontade e a garra das mulheres para ocupar seu devido espaço na política pública. Na eleição majoritária (prefeito e vice), temos quatro representantes do sexo feminino - uma candidata a prefeita (Estela Almagro) e três a vice (Iraci Borges, do PSTU, vice de Sandro; Chiara Ranieri, do PFL, vice de Valle; e Rosi Natividade, do PV, vice de Gazzetta).
Estudar o ofício
Nas listas de candidatas à Câmara Municipal, há dezenas delas, mas os números finais só serão conhecidos a partir de amanhã. No total, a cidade deverá ter pouco mais de 300 candidatos a vereador, entre homens e mulheres. Sugere-se que todos estudem bem a função que pretendem assumir e, principalmente, as atuais dificuldades municipais.
Corte nas câmaras
A redução do número de vereadores em várias câmaras municipais brasileiras, por si só, pode não representar redução alguma de despesa pública. Será preciso que todos - a imprensa, políticos e sociedade - fiquem atentos à formulação dos orçamentos municipais para o ano que vem, na fatia destinada ao Legislativo, para ver se o corte significou algo de economia.
Representatividade
As peças orçamentárias serão enviadas no final do ano pelas prefeituras às câmaras. É neste documento público que poderá se materializar a propalada economia feita com os cortes de cadeiras nos legislativos. E a partir do ano que vem dará para se ter uma noção exata sobre o que significou a redução de vagas para a representatividade do povo nas casas de lei.