10 de julho de 2026
Esportes

Vôlei: Brasil inicia fase final do Grand Prix

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Reggio Calabria - A Seleção Brasileira começa hoje, às 12h (de Brasília), contra Cuba, a brigar pelo quarto título do Grand Prix Feminino de Vôlei, competição equivalente à Liga Mundial Masculina. O Brasil venceu as edições de 1994, 96 e 98. No torneio deste ano, as brasileiras estão invictas.

O confronto é válido pelo Grupo B, composto ainda pela Alemanha, adversárias das brasileiras depois de amanhã. Às 15h (de Brasília), a Itália enfrenta a China, na primeira partida da chave A, que tem ainda os EUA. As duas primeiras de cada grupo vão às semifinais.

Brasil e Cuba enfrentaram-se sábado passado, pela última rodada da fase classificatória, e as brasileiras levaram a melhor, ao vencerem por 3 sets a 0 e quebrar a invencibilidade cubana.

Além de lutar pelo título, todas as equipes do Grand Prix usam a competição como preparação para os Jogos Olímpicos. “Será mais uma chance de conhecermos ainda mais um dos nossos possíveis adversários nos Jogos. Na minha opinião e na de todos os técnicos com os quais conversei, a Seleção Cubana foi a que mais cresceu nos últimos meses”, diz o técnico brasileiro, José Roberto Guimarães.

Para Zé Roberto, a maior força do time cubano é o saque. “Elas estão muito potentes no saque, principalmente no viagem. Tanto que, no segundo set do último jogo, sofremos com a força do saque e não conseguimos uma boa recepção. O ataque também está forte e não deve em nada às seleções cubanas de antigamente. A força e a altura continuam as mesmas”, avalia.

Para a levantadora e capitã da equipe, Fernanda Venturini, o saque será fundamental para uma vitória hoje. “O nosso saque precisa estar bem contra qualquer equipe do mundo. Se o nosso não entrar, o delas, com certeza, vai funcionar e funcionar muito bem”, avalia.

Fernanda lembrou que, desta vez, o Brasil poderá contar com duas importantes jogadoras para enfrentar o estilo de jogo cubano. “Teremos a volta da Elisângela e da Walewska ao time. São duas jogadoras importantes para superarmos as cubanas. As duas têm muita força”, comenta a levantadora.

Zé Roberto deve manter a equipe da última partida e, provavelmente, começará com a seguinte formação: Fernanda, Mari, Virna, Érika, Valeskinha e Fabiana. Líbero: Arlene.

Cuba e Brasil são as equipes mais eficientes da história do Grand Prix. A Seleção Cubana lidera, com 71,31% de aproveitamento (122 jogos, 87 vitórias e 35 derrotas). O Brasil é o segundo, com 69,57% (115 jogos, 80 vitórias e 35 derrotas).