O assassinato revoltou os familiares de Michele Aparecida da Silva, que morava com a filha em uma casa na quadra 3 da rua João Camilo, no Jardim Vitória. “Todo mundo está muito revoltado. Eu quero justiça. Quero ver ele (autor do disparo) preso por muito tempo na cadeia, porque isso não é uma coisa que se faça”, afirmou a mãe da vítima, a dona de casa Sueli Aparecida da Silva, 42 anos.
Segundo ela, Joaquim Lopes Greco Júnior já teria ameaçado Michele de morte por duas vezes. “Um dia o Joaquim falou que, se ela largasse dele, ele a mataria”, conta Sueli, ressaltando que deve ficar com a guarda da neta.
Ana Paula Pompeu de Oliveira, que era amiga da vítima, afirma que conhecia Michele há muitos anos. Contou que a amiga, em algumas ocasiões, já havia demonstrado medo diante do comportamento do namorado. “Ela dizia que tinha medo e que ele era louco. Mas até aí quem poderia pensar que ele iria fazer uma coisa dessa?”, questiona.
Segundo ela, Greco Jr. está preso há cerca de três anos e essa era a quarta vez que ele era beneficiado com a saída temporária. No dia do crime, Ana Paula afirma que a amiga estava aparentemente feliz e planejava fazer uma festa de aniversário para a filha, que completará dois anos em outubro.