08 de julho de 2026
Geral

Transporte de ambulância gera protesto

Ronaldo Schiavone
| Tempo de leitura: 1 min

A cozinheira Jandira Anaia iria realizar, na segunda-feira, uma transfusão de sangue no Hospital Amaral Carvalho, em Jaú. Apesar de ter agendado o transporte por ambulância com 15 dias de antecedência, o veículo da Secretaria Municipal da Saúde não apareceu em sua casa, no Jardim Europa.

“Liguei para me informar e me disseram, no dia seguinte, que o motorista não havia sido avisado. Eu preciso de um transplante de medula e tenho que fazer transfusão de sangue com certa freqüência”, comenta.

O diretor-clínico do Pronto-Socorro (PS) Central, Alexandre Gonçalves dos Santos, responsável pelo agendamento do transporte por ambulância, acredita que possa ter havido um problema de comunicação.

Ele garante, no entanto, que problemas como o que afetou Jandira são raros. “É um serviço que funciona bem em Bauru. Se quebra a ambulância, por exemplo, é disponibilizada outra na hora”, destaca.

Segundo Santos, a prefeitura transporta semanalmente, em média, 10 pacientes de ambulância para outras cidades do Estado. “Para tanto, recebemos os pedidos através da assistente social da unidade de saúde ou da própria Direção Regional de Saúde (DIR-10)”, relata.

Ele explica que a escala das ambulâncias é feita às sextas-feiras, mas nos casos de urgência podem ser abertas exceções. “Há pessoas que agendam no dia anterior ou até no mesmo dia da viagem”, declara.