07 de julho de 2026
Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 4 min

BRASIL XBOLÍVIA

O Brasil enfrenta a Bolívia com a obrigação de vencer. Afinal, é disparadamente melhor tecnicamente e joga em casa. Parreira diz que não espera um show, mas escalou uma equipe bem ofensiva, com três atacantes - Adriano, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho. O Brasil tem um retrospecto amplamente favorável no confronto com o rival desta tarde no Morumbi. Em 24 jogos disputados até aqui, nossa seleção venceu 18 e perdeu apenas quatro - três deles, na altitude de La Paz . No total, o Brasil marcou 86 gols e a Bolívia 24. O primeiro confronto aconteceu no dia 22 de julho de 1930 e o Brasil venceu por 4 a 0. A maior goleada se deu no dia 10 de abril pelo Campeonato Sul-Americano (hoje Copa América) de 1949, quando os brasileiros venceram por 10 a 1. Após mais de dez anos defendendo a equipe nacional, Ronaldo faz sua estréia em São Paulo, vestindo a camisa da Seleção. Na Bolívia, a ordem é se defender a todo custo. O time, que vem com praticamente dez zagueiros e apenas um atacante, pretende, com a retranca exagerada, conseguir um empate fora de casa, repetindo o placar histórico de 1985, quando empatou por 1 a 1, em partida realizada também no Morumbi.

BELEZERA

Sem seis titulares absolutos, o Noroeste venceu o Rio Claro fora de casa e terminou a primeira fase da copinha como líder disparado do seu grupo. A fase do Norusca é tão boa, que qualquer jogador que entra no time, dá conta do recado. Como Chokito, que estreou e brilhou. O júnior Cacá, filho de Carlos Alberto Seixas, entrou durante a partida e mostrou qualidades.

PRIORIDADE

Em seu segundo dia à frente do São Paulo, Émerson Leão já começou a traçar suas prioridades. A primeira delas será brigar pelo título do Brasileirão. O técnico não desqualificou a Copa Sul-Americana, mas disse que o importante é conquistar torneios que dão projeção ao clube. Concordo com Leão: todo título é importante. Mas a Copa Sul-Americana rende só dinheiro, enquanto o Brasileirão rende uma vaga na Libertadores. E outra: é gostoso ser o melhor time do País.

MOTIVAÇÃO

Diego Tardelli vive uma nova fase no São Paulo. Após a saída de Luís Fabiano, ele tornou-se o novo camisa 9 do clube. Além disso, a chegada de Émerson Leão também motivou-o. O técnico havia indicado sua contratação quando ainda comandava o Santos. Acho que agora o garoto tem tudo para melhorar no Tricolor.

SEGUNDONA

A derrota de 1 a 0 para a Portuguesa, em casa, na noite de sexta-feira, deixou o Joinville muito perto do rebaixamento para a Série C e deu sobrevida a Lusa na Série B. Muitos jogadores do time catarinense deixaram o campo chorando, e ontem o clima era de lamentação no clube. O Londrina já caiu e o Mogi Mirim depende de milagre para escapar. Já o Ituano está virtualmente classificado.

NATIVE: RECORDE

Está no RankBrasil, um site que cuida de recordes brasileiros: Native Paulo Daniel pode se orgulhar em ter sido o mais jovem preparador físico e técnico de futebol do País. Isso aconteceu em 1885, quando o dono da Nadart tinha 22 anos, jogava no Linense, e assumiu o comando do clube de Lins. Vamos preparar uma boa matéria sobre o assunto. Parabéns, amigo Native, ibope disparado em Bauru.

TAPETÃO

Joanna Maranhão está liberada para disputar o Troféu José Finkel de natação, defendendo seu novo clube, o Minas. A nadadora conseguiu na Justiça a liberação para nadar em Santos. O regulamento da entidade diz que nadador não pode deixar um clube, por vontade própria, para competir por outro em uma mesma temporada. Agora tem tapetão até na natação.

ÁGUA NO CHOPE

Com os títulos mundiais de pilotos e construtores definidos em favor de Michael Schumacher e Ferrari, Juan Pablo Montoya promete vencer o GP da Itália, domingo, em Monza, e estragar a festa da equipe italiana diante da sua torcida. O otimismo de Montoya vem depois dos bons resultados da Williams nos testes no circuito italiano. Se bem que o melhor tempo da semana foi do brasileiro Antonio Pizzonia, companheiro de equipe do colombiano.

CORRENDO

Os quenianos Philip Rugut e Anne Jelagat, que tentarão neste domingo o bicampeonato da Meia Maratona do Rio de Janeiro, apontaram os brasileiros como maiores rivais na briga pelo título.