Em 13/3 de 1978, nasceu para nós a coluna na página de n.º 2 do JC. O ato nos foi concedido pessoalmente pela oferta do então diretor Nilson Costa, tendo em vista que eu já escrevia alguns artigos aceitáveis, razão porque sempre foram aceitos e publicados. Adotamos um procedimento particularmente ativo, interesseiro e alegre, porém agradável, de absoluto diletantismo.
De início e imediato, entretanto, e talvez pelo fato de possuirmos formação cultural dupla em Economia e em Estatística, enfrentamos “barra pesada”, tendo em vista o surgimento de solicitações de Análise/Tendências, em A palavra do leitor. Sob o interesse da seqüência profissional, e sobretudo, também, tendo em vista a aceitação aplaudindo as palavras do escrito de um senhor, profissional na atividade de engenheiro agrônomo. Um cidadão cujo nome entendo que no presente não deva ter citado seu nome - após a presente decorrência dos 26 anos passados - mas, porém, utilizando apenas as três letras maiúsculas do respectivo nome do cidadão, citando apenas L.P.B. Estas, inseridas na coluna “A palavra do leitor”, em que no decorrer de cuja edição fui concordando - em gênero, número e grau - quanto às referências das estatísticas, entendi que o cidadão se haveria incorrido em um erro absurdo de generalização, sob exigências de imediata correção.
Em defesa da citação levantada de que a estatística não seria uma deslavada mentira, mas “pari passu” as outras tão alinhavadas no comentário, mas uma das armas com as quais se possui (ao bel prazer), de interesses escusos, na busca de falsear (via de regra), os quadros da realidade. O reparo, portanto, do ponto de vista da perfeição afirmativa: “está claro que (na gozação) a estatística entre nós é definida como a terceira forma da mentira”. Ao contrário, porém, (em verdade) o que existe é uma redonda presença de safadeza (geralmente quanto aos valores dos bens transacionados e quando manuseados), sob interesses esdrúxulos: tanto quanto aos seus respectivos produtos, segundo os valores intrínseco/quantitativos.
Ao ensejo do presente assunto em questão e quanto à preocupação na abertura do sistema adotado, tendo em vista a busca do bom sentido de facilitar a catalogação na abertura inicial da nossa pasta de n.º 1, sob a presença de um artigo de “estatística” no qual me atrevi a comentar a seqüência e produção inicialmente à seleção dos seqüentes artigos produzidos. Hoje, o total número de artigos catalogados inicialmente na pasta de n.º 1, aberta em 13/3/1978 e encerrada com 92 artigos. Na seqüência (até o cumprimento ativo do encerramento, aos 26 anos de atividade no JC), catalogado através da pasta de n.º 10 e completando-se com artigo final de n.º 649, no dia 5/2/2004, editado e intitulado: Necessidades ou voracidades, comemorando os citados 26 anos no JC.
Nossa seqüência de trabalho, entretanto, vem sendo sustada por motivos de saúde e força maior. - Fico por aqui.
O autor, José Almodova, é professor universitário, mestre em Projeto, Arte e Sociedade/Unesp/Bauru, é colaborador do JC