O mundo não agüenta mais este autocrata republicano que, embora americano, ainda parece não conhecer os clássicos da democracia de seu país. A Europa, por exemplo, já deu seu voto a Kerry. Seu currículo é invejável: incapaz de conduzir a política econômica, não achou Bin Laden, mentiu sobre o motivo da invasão do Iraque, “atropelou” a ONU (pois é um déspota), é “viciado” no petróleo dos outros e é louco por armas. Você seria capaz de contratá-lo? Assim, Bush leva a grande América rumo a seu fim, pois o anti-americanismo no mundo nunca foi tão grande como nos dias de hoje. Afinal, Thomas Jefferson já dizia: “Temo pelo meu país quando reflito que Deus é justo”. Mas Kerry representa a esperança democrata multilateralista, que talvez conduzirá a América a caminhos melhores.
Pedro Moraes Trentini – RG 42.020.145-2