07 de julho de 2026
Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 4 min

DÁ-LHE, BRASIL

Em toda a história dos confrontos entre Brasil e Venezuela, foram 15 vitórias da nossa Seleção em 15 jogos, com 70 gols marcados e apenas dois sofridos. Até 1989, os venezuelanos jamais haviam marcado um gol sequer. No entanto, a comissão técnica e os jogadores da Seleção Brasileira nunca tiveram tantos motivos de preocupação com o rival deste sábado. Nas Eliminatórias para a Copa de 2002, a Venezuela venceu cinco vezes, quatro delas consecutivas antes de perder por 3 a 0 para o Brasil na rodada final. Antes, em toda a história, só havia vencido uma vez. Na atual edição, já tem três vitórias, uma delas sobre o Uruguai em Montevidéu, feito que o Brasil não obtém há 28 anos. Rodolfo, goleiro desempregado e um dos cardeais do Cometa Azul, diz que os brasileiros não podem se preocupar com os venezuelanos. Devagar com a louça, goleirão. A Venezuela vem crescendo e não existe mais bobo em futebol. Não estamos com medo deles, mas temos de reconhecer que eles melhoraram. Mas Ronaldo e sua turma ganharão dos Vinotintos (vinho tinto) esta noite em Maracaibo. Por sinal, vou acompanhar o jogo com pizza e vinho tinto.

CLÁSSICO AMANHÃ

São Paulo e Santos devem, enfim, dar um pouco de graça à Copa Sul-Americana. Com o Tricolor embalado no Campeonato Brasileiro e o Santos precisando mostrar um bom futebol, a disputa no torneio continental pode esquentar neste domingo. O dilema da Sul-Americana volta a ocupar a cabeça dos santistas. Mais preocupado com o Brasileirão, o alvinegro praiano tem pela frente um clássico contra o São Paulo, na Vila Belmiro, jogo de ida. Será o primeiro de uma seqüência de três jogos contra o adversário. O outro jogo será pelo Campeonato Brasileiro. Vanderlei Luxemburgo tem mostrado irritação quando é questionado se pretende usar o time titular na competição internacional. Na última partida, contra o Flamengo, ele escalou seis reservas. Mas isso é uma decisão do treinador. Já o São Paulo promete mandar força máxima para a Baixada Santista.

APENAS O EMPATE

Palmeiras e Paraná apenas empataram. O Alviverde ocupa a sexta posição. Já o Paraná, que empatou pela sétima vez no Campeonato Brasileiro, continua na zona de rebaixamento, em 21º lugar. Jogando em casa, o Palmeiras desperdiçou boa chance de vencer. Atacou muito, mas esbarrou no goleiro Flávio e na bem postada zaga do time visitante.

JOGÃO

Em um dos melhores jogos do Brasileirão-2004, com seis gols, muita emoção e algo mais, Juventude e Atlético Paranaense empataram em Caxias do Sul. Com o resultado, o líder Furacão chegou aos 68 pontos e manteve a vantagem de três pontos para o vice-líder Santos. Foi o 17º jogo invicto do Rubro-Negro do Paraná na competição. Já o time gaúcho - que perdia por 3 a 1 - foi soma 59 pontos, se manteve em quinto lugar.

BENEFICIADO

Os resultados de quinta-feira, do Campeonato Brasileiro, foram favoráveis ao São Paulo, que venceu a Ponte Preta na quarta-feira, por 1 a 0. Na quinta, adversários diretos como São Caetano, Juventude e Palmeiras empataram seus jogos o que garantiu ao Tricolor a terceira colocação. Além disso, foi a terceira vitória seguida do São Paulo. O importante é vencer. Competir não serve nem para amistoso.

BAIXO ASTRAL

Didi, do Internacional, envolveu-se em um episódio constrangedor na madrugada: ele feriu a faca um strip-teaser, que havia contratado para animar seu aniversário de casamento. Após levar uma facada na mão, o garoto de programa saltou da janela, de uma altura de quatro metros. O episódio resultou na dispensa do atacante do Colorado. Didi, que já defendeu o Corinthians, pisou na bola em todos os sentidos. E como se diz muito no Nordeste, quando a cabeça não pensa o corpo sofre.

ALTO ASTRAL

Parabéns Duda Trevizani e José Luís, chefes do Grupo Preve, pela belíssima festa de ontem, que abriu a olimpíada interna da ótima organização de ensino. Vou preparar uma boa matéria sobre o evento.

MEMÓRIA

Campeonato Brasileiro da Série B de 1992: Coritiba 1 x 1 Noroeste, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba. Paulo Leme abriu o placar e Pachequinho empatou para o Coxa Branca. Árbitro: Renato Marsiglia. Público pagante: 4.580. Coritiba: Rafael; Márcio, Ivanildo, Heraldo e Paulo César; Élcio, Luís Carlos Martins e Toninho Cajuru; Ronaldo, Fernando Macaé (Jetson) e Pachequinho. Noroeste: Ronaldo; Marcos Coco, Campagnollo, Toninho Costa e Clodoaldo; Evandro, Luís Cláudio e Paulo Leme; Charles, Marco Aurélio e Marquinhos Yamamoto. (Luís Carlos Martins não é o técnico bauruense, que dirige atualmente o Marília).