Achar um local seguro para estacionar o veículo em locais movimentados é sempre uma preocupação. Na Grand Expo não é diferente.
Assim como nos anos anteriores, quem vai de carro ao evento pode escolher entre três opções: o estacionamento oficial do evento, os terrenos de particulares e a rua. O receio de ter uma surpresa desagradável após a diversão, entretanto, faz da última opçao a menos escolhida.
“É perigoso, não vale a pena. Sempre freqüento a exposição e nunca deixo na rua”, afirma o vendedor Natal Pretto.
A psicóloga Débora Bincoleto faz o mesmo. Prefiriu gastar um pouco mais e deixar o carro no estacionamento oficial da Grand Expo. Pelo valor de R$ 7,00 e com seguro, Bincoleto diz que fica mais tranqüila durante o tempo que fica na exposição.
“Penso na comodidade. A segurança aqui é maior do que em outros lugares”, explica a psicóloga.
O responsável pelo estacionamento, Marcílio Pinotti, explica que é feito um controle da entrada e saída dos veículos por meio da entrega de vales. “Além disso, temos 11 funcionários que estão sempre olhando os veículos”, assegura. De acordo com Pinotti, o estacionamento tem capacidade para 1.000 veículos.
Os terrenos de particulares próximos ao recinto são a segunda opção. Com uma capacidade média de 300 veículos, são um pouco mais baratos do que o oficial e, em geral, não oferecem seguro nem se responsabilizam por danos ao veículo. Por outro lado, quem optar por eles tem a famosa “pechincha” a seu favor.
“Depende do dia. Cobramos R$ 5,00, mas podemos negociar até R$ 4,00 ou R$ 3,00. Depende do ‘choro’ também”, brinca um dos responsáveis por terrenos particulares, Marco Antônio Pinto.
Embora não ofereça seguro, Marco Antônio garante que o local é vigiado e não oferece riscos. “Temos cinco pessoas olhando e o proprietário tem que dar o vale que recebe quando entra na hora de ir embora. Até agora nunca aconteceu nada”, afirma.
A traqüilidade é confirmada pela base da Polícia Militar (PM) que está patrulhando o local. Nesses seis dias de exposição, segundo o Tenente Paulo César Valentim, nenhuma ocorrência ou queixa foi registrada. Mesmo assim, o tenente sugere cautela aos proprietários. “Sabemos que nem todos podem pagar pelo estacionamento, mas é o que aconselhamos”, afirma o tenente, que indica também outros cuidados (veja abaixo).
Outras opções
A enfermeira Neide Marinatto não precisou se preocupar com nada disso. “Deixei o carro na casa da minha irmã, que mora aqui perto. Mas se não fosse isso, deixaria no estacionamento oficial”, conta.
Como não são todos que têm a sorte de Marinatto, o ônibus pode ser outra saída. Para visitar a exposição esse ano com a família, o funcionário público Geraldo Aparecido não pensou duas vezes. “Vir de carro dá muito trabalho, preferi o ônibus. O risco a que ficamos expostos não compensa”, pondera Aparecido.
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Não esqueça
• Estacione em locais iluminados e próximos ao recinto
• Não deixe nenhum objeto à vista dentro do carro
• Ao sair, verifique as travas e feche os vidros
• Em caso de queixas, dirija-se à segurança do local ou ao posto da Polícia Militar (próximos ao brinquedos)
• Serviço
O valor do estacionamento oficial da exposição é R$ 7,00 (com seguro) para carros e motos. Nos demais, o preço varia entre R$ 5,00 e R$ 4,00; motoqueiros pagam R$ 1,00 a menos, em média. No estacionamento oficial e nos dois particulares pesquisados pela reportagem, não há limite de horário.
Para quem usa ônibus, a Emdurb disponibilizou carros extras, com a indicação “Exposição”. Diariamente, há saída de ônibus sempre às 19h, na quadra 6 da avenida Rodrigues Alves.