09 de julho de 2026
Bairros

Com previsão de verba menor, há risco de redução no atendimento

Ieda Rodrigues
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Se a prefeitura repassar apenas R$ 1,7 milhão para as entidades em 2005, não haverá saída a não ser reduzir o número de pessoas atendidas, alerta Uriel de Almeida, secretário do Centro Espírita Amor e Caridade e membro do Conselho Municipal de Assistência. “Não podemos abrir mão da qualidade de atendimento, então não haverá jeito a não ser reduzir o número de assistidos, o que não pode ocorrer porque investir em assistência social é investir na cidade, na segurança”, comparou.

Almeida reclamou que o poder público cobra planejamento das entidades, mas acaba alterando o orçamento. “Os programas desenvolvidos, o número de pessoas atendidas e de funcionários contratados pelas entidades são com base no orçamento. Se o orçamento for menor, somos obrigados a dispensar funcionários e reduzir o número de atendidos. Será o caos. As entidades não podem ficar dependendo de vontade política”, criticou.