• Sessão amanhã
A sessão da Câmara Municipal de Bauru, que seria realizada hoje, foi transferida para amanhã, às 14h30, devido ao feriado de 15 de Novembro - Proclamação da República. Na pauta de amanhã não há nenhum projeto que tenha demandado debates nos últimos dias.
• Recuo da Castelo
Para não dizer que não há nada “conhecido” na pauta, o projeto do vereador José Carlos Zito Garcia (PPS) que pretende diminuir o recuo para obras na avenida Castelo Branco está no rol dos processos a serem votados. O mesmo já foi adiado algumas vezes, já que se trata de assunto que pede muita análise.
• Hora de votar
Este assunto deve ter um fim amanhã, porque os vereadores já tiveram todo tempo do mundo para in vestigar as intenções do recuo e sua viabilidade quanto à expansão futura da cidade. Se vai ou não comprometer o desenvolvimento daquele setor do município. É algo muito sério a ser pensado pelos parlamentares.
• Águas da chuva
Outro assunto que ganhou destaque no JC dos últimos dias e que vai à votação no plenário do Legislativo amanhã é o projeto de lei do vereador João Parreira (PSDB), que obriga a construção de caixa de contenção para águas da chuva em casas com mais de 200 metros.
• Solo impermeável
A proposta de Parreira pode ser polemizada, uma vez que gera despesa para quem vai construir. O tucano defende a idéia alegando que a reservação da água da chuva ajudaria a evitar enxurradas numa cidade que impermeabiliza seu solo cada vez mais. “Essa água poderia seu usada para lavar quintais, carros etc”, sustenta João Parreira.
• Assenag fala
A Associação dos Arquitetos, Engenheiros e Agrônomos de Bauru (Assenag) recomendou, na mesma matéria em que o projeto foi noticiado, que se faça uma discussão mais aprofundada do assunto, por ser um tema técnico e que exige aprofundamento. A entidade informou que tem um projeto semelhante em estudos.
• Dia da República
Hoje é Dia da Proclamação da República. Além do descanso que o trabalhador merece ter, por estar sendo cada vez mais exigido no ambiente de trabalho, o feriado leva a uma reflexão sobre República, à luz da recente e rica eleição nas cidades brasileiras. Foi, sem dúvidas, um dos mais elucidativos pleitos dos últimos anos.
• Recados do eleitor
Ficou muito claro o feixe de recados que os eleitores enviaram ao governo federal em grande parte das grandes cidades. Foi como se a população cobrasse, através do forte simbolismo de seu voto em várias capitais e grandes centros, o real cumprimento de compromissos firmados na campanha presidencial de 2002.
• Voto consciente
Em cidades onde não deu PT nem PSDB e a lógica a que nos referimos acima, também ocorreu um silencioso, vasto, natural e vigoroso movimento político-social pela correção de algumas situações. A cada eleição, a população vota como se dissesse o que deseja. Por isso, não funciona mais, como em outras épocas, o marketing puramente promocional de um candidato. O marketing é essencial, sim, mas o marketing político, o que tem conteúdo programático e sintonia com o que deseja uma população.