07 de julho de 2026
Entrelinhas

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Últimos 45 dias

Passado o feriado de 15 de Novembro, começa hoje a contagem regressiva de 45 dias para o final do atual governo e o início do próximo, a partir de 1 de janeiro. A transição de governo, que ganhou força institucional quando o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso abriu o governo federal a seu sucessor (Lula), em 2002, deve começar o mair rápido possível em Bauru.

Contato oficial

Nesta semana, o prefeito Nilson Costa espera um contato oficial de seu sucessor, Tuga Angerami, para a oficialização da transição. Ambos avaliam como importante a medida, mas até agora não houve uma conversa efetiva, por conta do descanso de 10 dias do prefeito eleito. Não será difícil o contato ocorrer ainda hoje.

Nomes cotados

A essa altura, Tuga já deve ter em mente pelo menos os nomes que vão trabalhar na coleta de informações sobre a administração (pessoal, estrutura e dívida, conforme antecipou logo após o dia 31 de outubro). Edmundo Albuquerque, vereador sem partido, Edisom Gasparini Júnior (PMDB) e Paulo Canalle (PDT) surgem como nomes cotados para a tarefa.

Boa transição

Certamente há outros nomes que não relatamos, mas que gozam da mais absoluta confiança do eleito. São as novidades que podem surgir nas próximas horas. Nomes à parte, o importante é que o trabalho seja proveitoso e embase, em termos de informação, as primeiras medidas do novo governo municipal, cercado de muita expectativa.

Sessão de hoje

A sessão de hoje da Câmara Municipal de Bauru, transferida de ontem devido ao feriado, tem três projetos de relevância. O primeiro é velho conhecido da Casa e deverá ser votado sem novos adiamentos - é o que propõe redução do recuo da avenida Castelo Branco para legalizar obras feitas fora das especificações.

Cisternas

A segunda matéria que poderá gerar polêmica e, talvez, até sobrestamento, é a do vereador João Parreira (PSDB), que obriga a construção de cisternas em casas com mais de 200 metros a serem edificadas a partir da aprovação do projeto. O objetivo é fazer com que as águas de chuva sejam armazenadas para evitar enxurradas que aumentam a cada dia.

Regimento

O terceiro projeto altera pontos do Regimento Interno do Poder Legislativo e também poderá causar discussões acaloradas, uma vez que as mudanças a serem propostas ainda não são de conhecimento geral. O Regimento é o balizador das ações dos vereadores. É o conjunto de regras que estabelece o que pode e o que não pode fazer o parlamentar e seus respectivos limites.

Aperfeiçoamento

Espera-se que as tais alterações no Regimento sejam apenas com objetivo de aperfeiçoá-lo. Neste final de legislatura, não ficaria nada bem mudanças que comprometam o trabalho dos futuros vereadores, muitos dos quais estão entre os que fazem parte da Câmara, atualmente. A bola está com uma comissão especial presidida pelo vereador Milton Dota Júnior (PTB).