09 de julho de 2026
Geral

Após três processos, usuária aprova juizado

Ieda Rodrigues
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A cabeleireira Loidir Ferreira Rodrigues, que já recorreu três vezes ao Pequenas Causas, atesta a funcionalidade do juizado especial. “Nas três vezes, as questões foram resolvidas e em pouco tempo”, diz.

Na primeira vez, Loidir procurou o Juizado de Pequenas Causas porque pagou uma cadeira e não conseguia recebê-la. “Fui ao Procon, mas o caso só foi resolvido depois que fui para o Pequenas Causas. Ninguém da empresa apareceu na audiência de conciliação, mas no dia seguinte entregaram a cadeira”, relembra.

Já na segunda vez, Loidir procurou o Pequenas Causas para pedir ressarcimento a um pedreiro por um serviço feito em sua casa. “Ele consertou o telhado, mas ficou uma goteira. Recorri e ele me pagou o valor da mão-de-obra para que eu pudesse contratar outro pedreiro. Pagou parcelado, mas pagou”, diz.

Na última vez, o motivo foram as multas do carro que ela comprou. “O antigo dono do carro não pagava as multas e eu não tinha como regularizar a documentação. Fui para o Pequenas Causas e ele pagou”, cita.

Já a comerciante Vera Lígia Sanches Martins, que por cinco meses teve valores debitados de sua conta corrente por um provedor de Internet sem ter contratado o serviço, reclama que não conseguiu resolver a questão no Pequenas Causas porque é proprietária de um bar/mercearia. “Como sou pessoa jurídica, não pude resolver no Pequenas Causas. Acho que deveria ser aberto a pequenos empresários também”, opina.