Os vereadores Marcelo Borges (PSDB) e Arildo Lima Jr. (PP) rebateram ontem as declarações do líder do prefeito Tuga Angerami (PDT) na Câmara Municipal, Faria Neto (PDT). Faria comentou que o prefeito não se utilizou de barganha política e fisiologismo.
“Eu não acredito que o apoio dos cinco vereadores ao prefeito é dado em troca de algo”, avalia Borges. “A eleição da Mesa Diretora da Câmara foi uma discussão política e em nenhum momento houve barganha”, garante o tucano.
Na avaliação dele, faltou articulação política no grupo do prefeito no dia da eleição do presidente do Legislativo. “Eles formavam um grupo de seis a sete vereadores e não havia nenhum articulador”, lembra.
Lima Jr. analisa que do jeito que Faria Neto se posicionou, a impressão que ficou é que a Câmara é uma instituição fisiológica. “Não se pode justificar a inabilidade política do grupo do prefeito afirmando que houve barganha”, afirma. Os vereadores do PSDB e do PP acreditam que a eleição de Toninho Garmes (PSDB) para a presidência do Legislativo equilibrou o poder em Bauru, já que o PDT foi eleito ao Executivo, derrotando o candidato tucano Caio Coube.