Estou assistindo televisão e vejo que o Incor (local conceituado para tratamento do coração, na cidade de São Paulo), junto com a FPF, estão realizando curso de ressuscitação para os árbitros, que deveriam aprender a apitar melhor, inclusive ensinando-os a trabalhar com o desfibrilador. Esta exigência acontece após a morte do atleta Serginho do São Caetano do Sul (primeiro tem que morrer um ser humano para os cartolas tomarem providência).
Agora, faço uma pergunta, por que não aperfeiçoa os massagistas (os médicos dos clubes que deveriam falar pelos massagistas), exigindo que os mesmos sejam auxiliares de enfermagem, técnicos de enfermagem, porque já realizam nos clubes profissionais um trabalho de paramédico (nos amadores, coitados destes atletas). Pois muitos destes massagistas que trabalham em clubes amadores vão ao campo para xingar, ofender os bandeirinhas e os árbitros. Quando iremos melhor, tem que morrer um atleta?
Odair dos Santos Adôrno - RG 9.253.082-5