O índice de pessoas que tiveram o nome incluído na “lista negra” do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em 2004 ficou pouco abaixo do registrado no ano anterior no comércio de Bauru. Caiu de 2,8 para 2,3 pontos, de acordo com cálculos do órgão.
O número é resultado do seguinte cálculo: total de pessoas que entraram na lista menos o total das que saíram, ou seja, aquelas que conseguiram limpar seu nome. Esse valor é dividido pelo número de consultas e chega-se a esse índice.
O diretor do SPC em Bauru, Sérgio Evandro Motta, explica que a movimentação no serviço reflete o comportamento do comércio no ano passado em comparação com 2003. “Podemos dizer que o nível de atividade econômica melhorou em Bauru, já que tivemos menos inadimplência e mais vendas”, explica.
Para ilustrar essa situação, ele diz que as consultas cresceram 10% em 2004, o que significa que mais pessoas compraram (ou tiveram intenção de comprar) do que no ano anterior. “Subiu de 1,275 milhão de consultas em 2003 para 1,406 em 2004”, relata.
Segundo ele, já é comum verificar uma maior retirada de nomes da lista nos meses de novembro e dezembro, quando as pessoas estão mais abonadas. Já em janeiro e fevereiro, a lista do SPC começa a inflar, com a inclusão de novos inadimplentes.
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‘Liquidação
Os lojistas do Centro da cidade esperam um grande movimento de consumidores hoje, último dia do Bota-Fora do Calçadão. Segundo o presidente da Associação das Empresas do Calçadão (AEC), Francisco Alberto de Bernardis, a iniciativa dos lojistas deu um resultado parcial positivo. “A procura pelas ofertas está muito boa”, ressalta.
A idéia dos comerciantes é acabar com os produtos que sobraram do final de ano e abrir espaço para as mercadorias de verão. Por isso, estão praticando descontos em torno de 30% a 50%.
A participação das grandes redes de móveis e eletrodomésticos, segundo o presidente da AEC, está ajudando a aquecer as vendas. “Elas chamam bastante o consumidor para a compra”, frisa.