Infelizmente com pouco mais de duas semanas de governo Tuga, surge a primeira bomba para Bauru. Não foi tapado buraco, não foi criado emprego, mas sim desemprego. Numa ferocidade tremenda, surge um estado de emergência, dispensando assim licitação, tentando demitir funcionários bauruenses e aumentar o preço pago na tonelada de lixo conforme veiculação na mídia. Pois bem, não adianta reclamar que a prefeitura está falida, pois quem “compra” empresa falida tem que arrumar solução e não reclamar, principalmente quando se trata de empresa pública, porém, a solução não é à mão de ferro e sim com a participação popular.
Para quem não se lembra, o atual presidente da Emdurb causou surpresa na Câmara Municipal quando era o presidente ao mudar o sistema de votação em uma das seções de maioria simples para maioria absoluta em plena seção. Espero que dessa vez seja dado mais tempo para discussão. Não critico a terceirização, pois não temos dados, por enquanto, para tal, mas sim a forma como está sendo feita. Gostaria de acreditar que hoje, antes de ser dado a resposta final ao contrato, a empresa e seus caminhões não estejam instalados em Bauru, o que causaria mais surpresa nessa população que está cansada de sofrer com a política bauruense.
Pela governabilidade, palavra muito usada na administração passada, se não for provada a emergência desse contrato, inevitável se fará mais uma CEI, pois referimo-nos à governabilidade da cidade e não de um membro do executivo lembrando que transparência nunca é demais.
Luiz Eduardo Penteado Borgo - RG 26537725-0