Lembro-me como se fosse hoje, minha visita a Auschwitz, campo de extermínio nazista que fica na Polônia, Europa, no Leste Europeu. Ao entrar naquele campo, vejo a frase no portão principal “Arbert mach frei”, que traduzindo quer dizer “O trabalho faz o homem livre”.
Percorrendo aquele recinto senti muita tristeza ao me deparar com enormes galpões abarrotados de óculos, malas, toneladas de cabelos humanos, entre outros objetos pessoais, fiquei estarrecido. Continuando, visitei os locais de fuzilamentos, fornos crematórios, câmaras de gás (para onde iam crianças, mulheres grávidas, doentes e velhos), logo que chegavam aquele campo de concentração, para não darem trabalho às autoridades.
A Alemanha de Adolph Hitler tornava-se, militarmente, a mais poderosa da Europa, da época (1933-1945), sendo que a idéia fundamental do nazismo era a comunidade do povo germânico, fundada na identidade da raça. Mediante esta posição, aproveitou-se para cometer genocídios contra judeus, poloneses, ciganos, prisioneiros de guerra e outras raças.
Lembro que a história ensina que ninguém comete impunemente crimes contra a dignidade humana e graças ao exército russo, em 27 de janeiro de 1945, aquele campo nazista foi desativado, sendo seu comandante enforcado no local, sob as ordens dos militares e todos os prisioneiros foram libertados. Espero que este “holocausto”, não venha a ocorrer nunca mais para o bem da humanidade e para que as futuras gerações não se envergonhem dos atos praticados contra inocentes. Grato, pela publicação.
Edemur Moralles - RG 3.008.902