08 de julho de 2026
Articulistas

Combate que não pára


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Recrudesce em todos os quadrantes do mundo o combate ao avanço da aids. Nem poderia ser diferente porque a moléstia deslancha realmente em todos os sentidos, ganhando espaços onde ainda não tinha ga-nho, principalmente na Ásia e na África, cujas nações vão se tornando pequenas diante da expansão da enfermidade, que no começo se circunscrivia às cidades pequenas e, de tempos a esta parte, invade rigorosamente as grandes, acometendo anualmente milhares de vítimas de todas as idades.

Em regiões da América do Sul, ela vai grassando ininterruptamente, como se constata no Brasil, cujas autoridades da saúde mostram-se profundamente preocupadas e, por isso, vão colocando no combate as medidas que mais lhes parecem positivas quanto à exterminação dos focos mais afetados pelos transmissores. Há esperanças de debelação total ou parcial da insidiosa doença? É a interrogação que se vai fazendo diante da terrível conjuntura.

E os especialistas já as consideram apenas tênues, não obstante os esforços que desenvolvem para sepultar o mal da mesma forma que ele leva pessoas para as sepulturas. Mas não se pode minimizar os efeitos dos empenhos governamentais. Se, como se afirma, “não há bem que sempre dure nem mal que não tenha fim”, alguma das providências que vêm sendo adotadas terá de produzir bons resultados mais cedo ou mais tarde. Daí, a esperança de que se há de encontrar caminho que possa comandar ou demandar tais esperanças e as convertam nos resultados almejados pelos governos e logicamente pelas populações, que já se livraram e outras e tentam libertar-se dessa também, como realmente fazem jus e sem demora.

Num mundo tão triste, carente de tanta bondade, um raio de luz subsistirá sempre enquanto lhe colocarmos a esperança de melhorar a humanidade. Esforce-se por isso. (O autor, N. Serra, jornalista responsável do JC, é delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado). “Os amigos são tão responsáveis que vivem na verdade. São tão livres que crêem. São tão fiéis que esperam. São tão unidos que prosperam. São tão amigos que doam a vida. São tão amigos que se eternizam”.