08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

O CERTO É TRABALHAR ERRADO? ou O ERRADO E TRABALHAR CERTO?


| Tempo de leitura: 2 min

Sou funcionário público há quase 14 anos. Sempre ouvi dizer que funcionário publico “é marajá”, “vagabundo”, “mau-educado”, etc. Sempre lutei para mostrar à população em geral que também existem os maus empresários, os maus religiosos, os maus políticos e, lógico, os maus funcionários públicos. Mas que não podemos generalizar, visto que se trata de uma grande massa de pessoas, pais (e mães) de família. Por isso, sempre procurei trabalhar de maneira firme, honesta e correta. Nada de virtude...Só fiz meu dever e minha obrigação. E assim como eu, vários colegas também o fazem. Dentre todos, gostaria de destacar um colega. Não só e simplesmente um colega, mas um superior hierárquico que sempre se mostrou atuante, objetivo e responsável.

Mesmo nas horas de dificuldades, obstáculos e “forças contrárias”, demonstrou tino e caráter para administrar, com bom senso e competência, os problemas de seu cargo e de toda nossa “matéria-prima” de trabalho. É olha que não são poucos. Sempre foi justo e se alguns (até mesmo através desta coluna) deploram suas atitudes ou elogiam sua saída, são pessoas que não sustentar um olhar, simples, franco e honesto, como você pode. Em seu cargo muitas vezes teve que dizer não e assinar em baixo. E num mundo onde a prática do “é dando que se recebe” é tão “globalizada”, leviana e corriqueira, isto não é fácil e nem muito bem “digerível”.

È uma pena que todo este trabalho não foi devidamente reconhecido, pois teimam em mexer no que está dando certo. Mas tudo bem. Competência e dinamismo são como luz: sempre brilha e o tempo dirá para o que se veio e para que e por que se foi. Parabéns Dr. AERTON ALVES DE ASSIS - DIRETOR DA PENITENCIARIA DR. EDUARDO DE OLIVEIRA VIANNA - A PII DE Bauru. È uma pena que neste paí, a JUSTIÇA, além de usar venda, parece ser CEGA. Colegas funcionários públicos, não se desmotivem, pois é normal que quando se erra, peça-se “a cabeça em uma bandeja de prata” ... e que quando se acerta, coloque-se a cabeça em uma geladeira. (João Vicente de Melo - rg 792.126)