08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Rua Bernardino de Campos


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Moro na referida acima há mais de 20 anos, quando ela terminava na quadra 14. Hoje ela tem mais de 30 quadras, e eu mudei seu nome: rua Infernardino de Campos, onde o trânsito implacável 24 horas, com suas latas velhas ou novas, “carrões” e motos com seus escapamentos abertos, um entrou na grade de uma casa de esquina, pois devia estar a 100 por hora, o que é normal na Infernardino de Campos. Aliás, a Infernardino é totalmente abandonada, a praça Tisiu sempre com mato e caramujo africano e mandarová em seus coqueiros ou palmeiras, sei lá, podres.

Eu já pensei em convidar algum membro do Planejamento para tentar ficar 24 horas na Infernardino, mas desisti, pois era capaz de alegarem desconhecer esta rua.

Estava observando a av. Duque de Caxias, com duas mãos, tem semáforos adequados ao movimento intenso. Nós, da Infernardino, temos 2 (dois) no início da rua, mas e o resto da malfadada rua? Tem carro estacionado pelos próprios moradores, não obstante o movimento contínuo até de ônibus, além de obstrução.

Estacionar do lado de fora das casas diminui o espaço exíguo da rua, pois ela não é a av. Duque de Caxias, que tem canteiro separatório. Nossos imóveis perderam o valor. Tem um morador que já chamou a autoridade competente para “medir” a intensidade dos decibéis, e comprovou que a mesma está acima do permitido por lei.

Senhores da prefeitura, por que a rua Infernardino de Campos é ignorada totalmente? Ela é arborizada, tem duas pracinhas bonitinhas, e, já que não são carpidas, por que não cimentar tudo? Pouparia aborrecimento. Cortando as árvores podres, extingue-se mandarová, tirando o mato de vez, acabam os caramujos africanos.

Transformar a Infernardino em uma via só, com só uma mão de trânsito também é solução. Por que o trânsito não pode “subir” pela rua Campos Sales e “descer” pela Infernardino? Srs. do Planejamento, venham passar 24 horas (48 não agüentariam) na Infernardino, rua ignorada, creio que até inexistente, deve ser “rua fantasma”, para V.Sas., pois nunca ouviram falar na mesma. Grata pela publicação. (Adriane Martins)