A atual administração continua elegendo como prioridade a busca do equilíbrio financeiro. A primeira etapa será a de eliminar o volume de restos a pagar herdados de 2004. “Herdamos R$ 35 milhões só de curto prazo, já vencidos, e ainda faltam R$ 10 milhões para colocar em dia. Pagamos vale-compra, retomamos pagamento com a Funprev, farmácias, convênios em geral. Cada secretário assumiu como seu o desafio de colocar a casa em ordem”, listou.
Porém, o governo quer renegociar a dívida acumulada com a previdência relativa aos anos anteriores, superior a R$ 50 milhões. A alternativa em negociação é parcelar o valor em até 30 anos. A saída exige aprovação da Câmara. Ainda neste semestre, o governo municipal quer encontrar uma solução para a pendências com faturas acumuladas desde 2001 com as contas de consumo de energia de ruas e praças públicas. Uma comissão municipal criada pelo prefeito está auditando as faturas da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL).
Pavimentação
Outra prioridade para o primeiro ano de governo, segundo Tuga, será a de definir o plano de pavimentação para ser executado ao longo dos quatro anos. Na avaliação do prefeito, as ações nesta área nos primeiros 60 dias de governo foram satisfatórias em função do período de chuvas.
“Nós conseguimos duplicar a equipe que atua junto à usina de asfalto e ampliar as equipes que operam com o tapa-buracos. Passado o período das chuvas, que infelizmente multiplicou os buracos, vamos definir o plano de ação”, citou.
Entretanto, Tuga Angerami já adiantou que não será possível esperar metas ambiciosas. “Pavimentar 30% do total das ruas existentes, que não contam com asfalto, é difícil de ser alcançado. Vamos preparar um plano que possa ser executado e definir prioridades”, mencionou.