Li a carta publicada na “A Tribuna do Leitor”, do Jornal da Cidade, de terça-feira (29/3/2005), e concordo plenamente com tudo que nela foi comentado. Gostaria de acrescentar ainda que, tendo meu consultório dentário à Alameda Otávio Pinheiro Brisolla, 16-17, com janela para frente de uma praça, vejo quase que diariamente muitos donos de cachorro passear com os mesmos sobre a grama e plantas do jardim existente na referida praça, promovendo assim um verdadeiro pisoteio do gramado e estrago das plantinhas, como se a praça fosse de sua propriedade e não um bem público.
Também não culpo os cachorros, de forma alguma, mas sim seus donos que passeiam exibindo suas “belezinhas” que emporcalham nossas calçadas. Como você bem disse, a pessoa que o cãozinho está puxando, nunca ouviu falar em consciência ambiental. Por isso, fiz a esses cães o seguinte pedido:
“Prezado cão, por favor, tente ensinar seu dono para que ele o ponha a fazer suas necessidades fisiológicas, especialmente aquelas sólidas ou pastosas, em lugares adequados e não nas calçadas, em frente aos portões de entrada e portas de garagens alheias.
Este “pedido” está impresso em títulos grandes e, de vez em quando, deixo-os fixados nos portões de minha residência. No início, parece que adianta um pouco, porém, os cães têm memória curta e assim tenho que voltar a fixá-los de tempos em tempos.”
Antonio Carlos Piccino - RG 2.081.492