Em 1956, um candidato a deputado, em Campinas, comprou 10 mil pares de sapato para sua campanha. No comitê, ele tomava nota dos documentos dos eleitores. A quem ele tinha confiança, dava o pé direito do sapato e mandava vir buscar o esquerdo depois das eleições, em caso de ganhar. O pior, comentou-se depois, é que ele não foi eleito e não se sabe o fim dos sapatos desparcerados.
Contada por Rui Bertoti