A trágica ocorrência (de breve recuperação) já em andamento, ainda enquanto subia a fumaça do rescaldo, sob os olhares de milhares de clientes, já imaginando no pós-sinistro, como colaborar com Jad, família e a superunida e eficientíssima equipe (todos os escalões), para ajudar a cicatrizar as feridas do garboso estabelecimento, parcialmente atingido.
O pensamento geral (zona sul e outras) era de solidariedade e preocupação, como hipotéticos “órfãos Confiança†temporários, imaginando “como e onde†resolver seus múltiplos problemas fora do hiper, super, Max Confiança (atendimento total: estacionamento, Banco do Brasil, mercearia, produtos e lojas variadas (abrigadas) com a tradicional segurança Confiança (com rima de lambuja).
Entrevistado, em 2004, por uma TV local, aleatoriamente opinei, bem sinteticamente (na loja Estoril), sobre pergunta comparativa com lojas do ramo, que o Confiança não era simplesmente um supermercado, mas sim um “clube de comprasâ€, alta freqüência, de estrangeiros (várias línguas).
Clientes Confiança de luto por 10/15 dias, como formigas perdidas de sua cova destruída pelo fogo, mas animados pelo Jad, otimista em suas entrevistas, sempre citando Deus. Amigos “Confiançaâ€, breve voltaremos ao nosso cafezinho amigo, com degustações variadas, papos, reencontros, CD, piano, sax e etc. O melhor meeting da região é lá!
Nilton Ceschini - RG 1.581.655