08 de julho de 2026
Turismo

Londrina

Por Eliane Barbosa | Colaboração Paraná Turismo
| Tempo de leitura: 3 min

Com apenas 70 anos de emancipação política, a pequena Londres, como foi batizada Londrina, tem quase 500 mil habitantes.

O povoado fundado em 1934 pelos ingleses da Companhia de Terras do Norte do Paraná se transformou em uma metrópole que a cada dia recebe mais investimentos, mais turistas e se mantém bela até mesmo aos olhos de seus narcisistas vizinhos.

Com muitas e amplas áreas verdes, lagos, shoppings centers para paulista algum botar defeito, e um centro que ao contrário do que se vê em muitas cidades, é limpo, a terra dos “pés vermelhos”, modernizou-se e hoje é a segunda maior cidade do Paraná. Em nada fica devendo a Curitiba, sua irmã refinada.

A terra roxa, as amplas áreas onde proliferam as mais diversas culturas, da soja ao trigo, do café ao feijão, foi preponderante para que a cidade progredisse a quilômetros distante da capital.

Mas não fez com que parasse no tempo. Seu povo hospitaleiro e trabalhador buscou outras fontes de enriquecimento econômico que a tornaram uma metrópole cosmopolita e vibrante e um importante centro universitário e cultural.

A Universidade Estadual de Londrina - a UEL - é fonte de referência em ensino. Um centro acadêmico conceituado, disputado por jovens de todo o País em busca graduação e pós-graduação nas mais diversas áreas. Incluindo muitos bauruenses em busca de conhecimento e qualificação.

Londrina, portanto, é uma cidade que investe. No público e no social e que oferece uma excelente estrutura para eventos de negócios em qualquer área. Fator definitivo para que o Norte do Paraná se sobressaisse no cenário nacional, mostrando que vale a pena investir em um estado que se desenvolve a partir da valorização do ser humano em harmonia com o meio ambiente.

Espelhos d’água

A qualidade de vida é levada tão a sério em Londrina que a cidade é, literalmente, um jardim com espelhos d’água.

Muitas áreas que no passado foram utilizadas como lavouras de café receberam replantio de espécies nativas e transformaram-se em reservas ecológicas onde a fauna e a flora desabrocham.

Como tudo está voltado aos munícipes, não há necessidade de sair da cidade rumo ao campo para usufruir dos bons ares. Hoje, o visitante e o morador da cidade encontra em sua área urbana, locais aprazíveis onde podem desfrutar momentos de lazer e contato com a natureza.

Merecem destaque o Lago Igapó, muito procurado para a prática de esportes náuticos; o Bosque Municipal Marechal Cândido Rondon; o Parque Florestal Arthur Thomas; a Mata dos Godoy, e a Área de Lazer Luigi Borhesi, mais conhecida como “Zerão”, onde são realizados projetos culturais.

Por ser uma cidade planejada, o crescimento urbano da cidade volta-se para o bem-estar do cidadão. Além das áreas verdes, oferece ruas largas e ajardinadas, um calçadão central limpo e moderno - implantado em 1977, resultado da reurbanização das praças Qillie Davids, Marechal Floriano e Gabriel Martins, com projeto do arquiteto Jaime Lerner - e outros pontos de visitação turística como a Catedral Metropolitana, o Museu Histórico Padre Carlos Weiss e o Museu de Arte.

Para os amantes dos esportes, há outro ponto de referência: a área esportiva de Londrina, distante quatro quilômetros do centro, que reúne o Estádio do Café, com capacidade para 45 mil espectadores e o autódromo internacional Ayrton Senna, um dos mais modernos do País.