Moda solidária
Parte do sucesso das pulseiras deve ser creditado à divulgação das campanhas beneficentes que começaram nos Estados Unidos. Seguindo essa tendência, as “pulseiras do bem” ganharam, recentemente, uma versão nacional.
A Associação Brasileira do Câncer produziu 250 mil unidades de uma pulseira azul, que traz inscrito o site da entidade (www.abcancer.org.br). Elas estão sendo vendidas em lojas da rede de supermercados Pão de Açúcar em todo o Brasil ou no site da associação e custam R$ 5,00. O dinheiro arrecadado com a venda do produto será destinado aos pacientes brasileiros que sofrem com a doença.
Origem
A Nike deu início à mania das “pulseiras do bem” por meio de uma parceria com o ciclista Lance Armstrong. Ele, que sobreviveu a um câncer, criou uma fundação para ajudar outras pessoas que sofrem com a doença. Assim, nasceu a pulseira amarela com a inscrição “Live Strong”. Vendida nos Estados Unidos pelo simbólico preço de US$ 1,00, ela chegou a ser comercializada nos sites de leilão nacionais por R$ 25,00.
Depois da amarela, veio a pulseira vermelha, que tinha a inscrição “Relieve Recover Rebuild” (“Alivie, Recupere, Reconstrua”), cuja renda foi destinada para as vítimas do tsunami que atingiu a Ásia e a Oceania em dezembro do ano passado.
No início deste ano foi a vez da pulseira para combater o racismo no futebol. O produto é formado por uma pulseira branca e outra preta entrelaçadas, com a frase “Stand Up, Speak Up” (“Fique de pé, Fale alto”). O jogador Ronaldinho Gaúcho foi um dos garotos-propaganda da campanha de divulgação do produto.