Há 41 anos, durante as festividades de Pentecostes, era criada a Diocese de Bauru. Para a Igreja Católica, a data revive a presença do Espírito Santo entre os apóstolos para enviá-los em missão. “A nossa tarefa agora é entender que essa missão não terminou com os apóstolos. A Igreja deve viver e levar o Evangelho ao mundo de hoje, especificamente à nossa Diocese, à nossa cidade, em ambientes onde vamos ser testemunhas da ação do Espírito Santo”, explica o padre Luís Antônio Carqueijo Sé, vigário da Diocese de Bauru e pároco da Catedral do Divino Espírito Santo.
Além de ser o padroeiro da Diocese e da sua Catedral, a terceira pessoa da Santíssima Trindade é também o protetor da cidade de Bauru. Desde 2004 uma lei tornou a data, celebrada 50 dias após o domingo de Páscoa, um feriado municipal. “É o reconhecimento pela sociedade civil da participação da história da igreja dentro da história da cidade”, afirma padre Luís Sé.
Este ano, a festa de Pentecostes será celebrada amanhã. As festividades tiveram início na segunda-feira, com a primeira missa do tríduo em louvor ao Divino Espírito Santo. Fizeram parte da programação dois encontros ecumênicos – um na Paróquia de São Cristóvão e outro na Igreja Metodista, realizado anteontem à noite em comemoração à Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.
A solenidade contou com a presença do pastor metodista Samuel de Barros Ferreira, do bispo dom Luiz Antônio Guedes, de outros padres e representantes de comunidades católicas e evangélicas.
As comemorações da Diocese de Bauru continuam hoje com vigília, a partir das 21h. Hoje e amanhã haverá quermesse em frente à igreja, na Praça Rui Barbosa.
O destaque das comemorações é a missa solene de Pentecostes, que será realizada no dia do padroeiro amanhã, às 16h na Catedral, presidida pelo bispo diocesano, dom Luiz Antônio Guedes, e concelebrada pelos demais padres da Diocese.