Sob todos os pontos de vista e de qualquer área do saber humano é sabido da lógica unânime em se combater as causas do problema para resolvê-lo e não os seus efeitos!
Neste sentido, tem mesmo razão a senhora vice-presidente da organização não-governamental Naturae Vitae, Fátima Luisa de Maria Schöeder, ao alertar as nossas autoridades sobre a mortandade de gatos causada por um desequilibrado no Bosque da Comunidade relacionando esses atos criminososos ao potencial homicida de quem os pratica e o perigo latente para a cidadania que isto representa...
Por dever de conclusão de curso, tenho pesquisado exatamente sobre a relação existente entre crueldade e desrespeito aos animais quando estes têm os seus direitos violados e os efeitos decorrentes destas violações sobre a sociedade e a espécie humana. Como tal, amparado em pesquisas (inclusive uma do FBI que pesquisou o perfil psico-criminológico de vários “seriais killer’s”) está provado cientificamente que entre os que atentam contra a vida humana possuem, efetivamente, em algum momento do seu passado a prática de crueldades com animais.
Seria de muito bom tom, principalmente aqui em Bauru onde os casos de maus-tratos a animais são recorrentes, que nossas autoridades policiais e judiciais praticassem a filosofia de “botar a tranca antes do ladrão entrar”, até porque depois“Inês é morta”, mas antes quem a matou, matou o gato, o cachorro, o cavalo...
Paulo Boccato - estudante de direito da ITE