09 de julho de 2026
Regional

Pesqueiro de Agudos investe em marca e loja especializada

Michelle Roxo
| Tempo de leitura: 2 min

Num pesqueiro de Agudos, a abertura de loja especializada em artigos de pesca trouxe diferencial ao espaço. Iscas, varas, bóias e roupas apropriadas para a pesca são alguns dos materiais que podem ser encontrados no local, que conta com mais de 10 mil artigos.

“Temos materiais para atender tanto o pescador que vem aqui no pesqueiro, quanto aquele que vai para o Pantanal, no Mato Grosso do Sul, para pescar. Se a pessoa chega aqui despreparada, sai com os equipamentos completos”, diz Rodrigo Sandri, que investiu cerca de R$ 70 mil na loja, aberta em outubro do ano passado.

Alguns dos artigos já contam com o slogan do pesqueiro, o que representa outra estratégia para a divulgação da imagem do estabelecimento, que também está à frente de um projeto para criação de um clube de pesca.

O retorno, segundo Sandri, é garantido. “Foi um bom investimento”, diz o proprietário, comemorando o movimento da loja.

Chalés

O próximo projeto de Sandri é construir chalés para atender, principalmente, visitantes de outras cidades.

“Atendemos, principalmente nos feriados, visitantes de São Paulo. E muitas pessoas pedem isso (local para repousar)”, diz.

O pesqueiro, que funciona há sete anos em Agudos, conta com seis tanques para pesca esportiva (pesque e solte) e uma lagoa para a modalidade pesque e pague. Exceto nos períodos de frio, recebe cerca de 200 visitantes por semana.

“Nós já investimos aqui cerca de R$ 1 milhão”, diz Sandri. O pesqueiro é um dos mais antigos da região e, segundo ele, levou cerca de três anos para ficar pronto e entrar em funcionamento.

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Jogando conversa fora

Cadeiras confortáveis, tranqüilidade e bela paisagem. Não basta oferecer boa comida, é preciso também criar um ambiente aconchegante para os clientes que freqüentam os restaurantes de pesqueiros. É o que afirma Madalena Cotrosinis Floros, responsável por um estabelecimento do gênero em Arealva.

Ela afirma que essa é a fórmula para que o local atraia bom número de freqüentadores, inclusive durante a semana.

“Aqui, além da boa comida, a gente consegue descansar e repor forças para voltar a trabalhar”, diz o empresário de Iacanga, Jair Belancieri, que, depois do almoço na última terça-feira, puxou uma cadeira próximo à lagoa e ficou cerca de 20 minutos admirando a paisagem do local, “jogando conversa fora” com os amigos. “Na Capital, a gente não conseguiria fazer isso”, lembra Giovanni Prato, representante de uma empresa de São Paulo, que visitava a região na semana passada.