10 de julho de 2026
Pesca & Lazer

História de pescador: Piranhas: uma fisgada outra laçada


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“Rio Paraguai - Baía de Uberaba. Aproximadamente 380 Km distante de Corumbá subindo o referido rio. Estávamos no Barco Hotel Juruanã III em agosto do ano passado. O grupo que compunha a pescaria era constituído de um pessoal heterogêneo: empresários, médicos, advogados, dentistas, etc.

Junto com esse pessoal estava eu e meu filho, doutor Artur José Rocha Lima, que é o pivô da façanha. Estávamos no bote juntamente com o nosso piloteiro senhor Antonio, cognominado de Papagaio, pescando numa vazante chamada pelos pirangueiros de Entupimento. Esse nome define um agrupamento de guapés (de conhecimento dos paulistas) ou camelotes (de conhecimento dos moradores daquela região de Mato Grosso), que correm fechando um determinado canal do rio.

Entre as inúmeras espécies de peixes (dourados, pacus, palmitos, acaris, pintados, cacharas, surubins, etc.) foi pescado por mim o maior peixe da pescaria: um jaú de 23 Kg, cuja foto segue anexa para conhecimento desse jornal e do público leitor, amante dessa modalidade de diversão.

Porém, o mais inusitado desse acontecimento foi o fato de meu filho acima citado, ter fisgado, ao mesmo tempo, uma piranha no anzol e outra laçada pelo rabo numa mesma jogada. Creiam, não é história de pescador, é pura verdade.

Para confirmar a veracidade do acontecido estão aí os protagonistas de Bauru: Roberto Delafina e seu amigo Jaime, além do Marcão e seu filho Tony (Colonial Center), Eduardo (dentista), Maurício (advogado), etc. Para agosto deste ano já está marcada mais uma no mesmo local. Aguardem notícias.”

Elpidio Cristino de Lima é pescador e contador de histórias