07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Poupatempo

Após o anúncio da instalação do Poupatempo em Bauru, começam a surgir as primeiras sugestões de locais para abrigar o posto de serviços do governo estadual. Jorge Quatrina, leitor da coluna, acredita que o quadrilátero pertencente ao grupo Maksoud, nas proximidades do prédio da Telefonica, seria o espaço ideal para receber o órgão.

• Escola na mira

Já o vereador João Parreira (PSDB) pretende indicar a escola estadual Rodrigues de Abreu para abrigar o Poupatempo. O tucano avalia que o estabelecimento de ensino conta atualmente com poucos alunos, que poderiam ser remanejados para outras unidades próximas.

• Repercussão

Parreira já havia proposto anteriormente a desativação da escola estadual Ernesto Monte para que o prédio fosse ocupado por repartições da prefeitura, mas a sugestão foi duramente criticada por alunos, professores e outros defensores do estabelecimento de ensino, tanto que a idéia acabou descartada.

• Festa da indústria

Foi altamente prestigiada e representativa, ontem à noite, a entrega dos prêmios dos destaques empresariais de Bauru e região (Volvo, Mundispuma e AD Seguros), no Buffet Márcia & Marô, organizado pelo Ciesp. Trata-se de mais um dos bons momentos de encontro da força produtiva local e regional, numa demonstração de que Bauru e as demais cidades do Centro paulista têm determinação e vocação para o progresso.

• Ao pé d'ouvido

O prefeito Tuga Angerami (PDT) se ausentou do evento do Ciesp, mas foi representado pelo chefe de Gabinete, Paulo Canalli. Aliás, depois de Toninho Garmes ter ciceroneado o prefeito no jantar com o governador, sexta passada, agora foi a vez de outro tucano, o vereador Marcelo Borges, fazer as vezes de interlocutor do Legislativo com o Executivo. Ambos conversaram demoradamente, a sós e ao pé d’ouvido, em uma mesa, na festa da indústria.

• Dança dos discos

A audiência pública sobre o desempenho das finanças públicas municipais no primeiro quadrimestre deste ano, realizada ontem, na Câmara Municipal, gerou a troca de disquetes entre técnicos e agentes públicos durante toda a manhã. A quantidade de dados financeiros ficou tão represada que os representantes dos órgãos se dispuseram a retornar, em outra reunião, para avaliar as apresentações.

• Desencontros

O que a segunda reunião sobre o desempenho das contas mostrou é que o esforço do atual governo em sanar os restos a pagar já surtiu efeitos de curto prazo, com a eliminação de pelo menos R$ 25 milhões herdados da gestão Nilson Costa. O que os órgãos da administração ainda não conseguiram consolidar é o cruzamento de dívidas entre integrantes do próprio governo.

• Receita média

Na audiência, os relatórios de receita e despesa dos primeiros quatro meses do ano deixaram evidente que a administração precisa tomar medidas urgentes capazes de ampliar a arrecadação. A média de receita mensal prevista até o final do ano é de R$ 14 milhões, valor insuficiente para se esperar obras razoáveis ou investimentos substanciais neste ano. Mal vai dar para pagar a conta.