Ao afirmar que deixou de fumar maconha aos 50 anos, o ministro da Cultura, Gilberto Gil, pode induzir um jovem a pensar que a droga não faz mal algum.
Como palavras de ministros ecoam, o mais responsável seria explicar à platéia, principalmente aos jovens, que um número muito grande de drogaditos iniciam o vício através da maconha e chegam ao fundo do poço com outras drogas, causando, além do prejuízo físico e mental, a possibilidade de ter a vida ceifada por conta da violência.
Ministro da Cultura não deveria “cultivar” maconha.
Enquanto Gilberto canta, muitas mães choram.
Milton Pontes Ribeiro - RG 13.910.675-3