09 de julho de 2026
Esportes

Telemar e Uberlândia abrem decisão do Nacional no Rio

David Cintra
| Tempo de leitura: 2 min

Rio de Janeiro - De um lado o Telemar, equipe mais “rica” do País na atualidade, comandada nos bastidores por Oscar Schmidt, maior nome da história do basquete nacional. De outro, o Uberlândia, atual campeão brasileiro, comandado em quadra pelo técnico Hélio Rubens, maior ganhador de títulos da competição - foram nove em 14 edições.

Dos dois lados, jogadores habituados a decisões, como os armadores Demétrius e Ratto, os pivôs Josuel e Sandro Varejão, mais os alas Marcelinho e Aylton, todos do time carioca.

A equipe mineira não fica atrás e conta com os armadores Helinho e Valtinho, os pivôs Brasília e Estevam e os alas Rogério e Cambraia. As vezes que estes jogadores disputaram finais do Campeonato Nacional, somadas, certatamente beira a uma centena.

Estes são alguns dos ingredientes para a decisão do Campeonato Nacional de Basquete Masculino, que terá hoje o primeiro duelo de uma série mehor-de-cinco entre Telemar e Uberlândia, às 18h15, no Rio de Janeiro.

O time carioca tem uma pequena vantagem, pois fez melhor campanha e poderá fazer três dos cinco jogos (caso necessários) em casa. Os dois clubes estão invictos nas partidas disputadas em seus respectivos ginásios, com com 19 vitórias cada.

O respeito de um pelo outro pode ser sentido nas declarações dos pivôs Sandro e Estevam para o site oficial da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

“O Uberlândia é uma grande equipe, que apresenta um equilíbrio tático impressionante. Os dois lados contam com pivôs altos e experientes, o que promete uma boa briga pelos rebotes, embora tenhamos características diferentes. No Telemar, a gente joga um pouco mais aberto, fazendo uma ponte maior com o Marcelinho enquanto Uberlândia faz um trabalho mais específico de pivôs”, analisou Varejão, do Telemar, sétimo melhor reboteiro da história do Nacional, com 1.614 bolas capturadas embaixo da cesta.

“É uma honra disputar uma bola com grandes nomes como Sandro, Aylton, Josuel, Everaldo. Numa final como essa, o desempenho nos rebotes pode fazer muita diferença. Sabemos que vamos ter dois jogos super difíceis no Rio e não podemos deixar a pressão abalar o nosso rendimento. Temos que impor o nosso jogo e mostrar a força de nosso conjunto”, comentou Estevam, do Uberlândia, líder em enterradas (280) e quarto em bloqueios (276) na história da competição.