Quem visita Campina Grande, encravada na bela Serra da Borborema, a 550 metros de altitude, não se surpreende apenas com o São João.
A cidade, é um importante pólo de tecnologia e informática, com cerca de cinco mil empresas do setor.
A cidade, que segundo dizem já recebeu até Bill Gates, em 2001, foi citada na revista americana Newsweek como uma das dez “tech cities” (cidades tecnológicas) do mundo.
Com o software a cidade tornou-se uma metrópole importante no Nordeste brasileiro, evoluindo a ponto de hoje contar com quatro universidades, incluindo duas públicas - federal e estadual -, dois grandes shoppings centers - o Iguatemi começou ali -, mais de 15 hotéis (destaque para o Village Park na entrada da cidade e para o Hotel do Vale), 220 restaurantes onde come-se o melhor da comida regional - o bode é a especialidade - além de outros pratos da gastronomia internacional.
Se não bastasse, a segunda maior cidade da Paraíba e a que mais cresce no Interior do Nordeste tem outro pioneirismo: o cultivo do algodão que já nasce colorido, 100% natural, sucesso absoluto em feiras internacionais.
Cidade hospitaleira, Campina Grande é ainda detentora de importantes indústrias, como a fábrica das Havaianas, que exporta para o mundo todo. Todas as sandálias vendidas aqui no Brasil e fora, saem da fábrica de Campina.
Festeira como só, preserva como poucas as autênticas manifestações populares do seu povo, incluindo os cordéis, o artesanato e claro, o São João popular. Um verdadeiro mergulho na cultura popular que vem revelando a forte influência da cidade nos quatro cantos do País.